DANRESA lança novo site de produtos FortiMail

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A DANRESA Consultoria de Informática, lançou no início de julho de 2014 mais um site na área de segurança da informação, o DANRESA FortiMail (www.danresa.com.br/fortimail), onde apresenta os appliances de segurança de e-mail FortiMail da fabricante Fortinet, líder mundial em appliances UTM.

Os visitantes do site podem acessar as seguintes informações:

  • detalhes técnicos e imagens de todos os modelos FortiMail;
  • demonstração e imagens do software;
  • opções de implantação;
  • características e benefícios;
  • sobre outros produtos Fortinet;
  • acesso ao Blog DANRESA Fortinet;
  • contato para aquisição, implantação e suporte dos aparelhos.

A DANRESA é uma empresa de Consultoria em Informática que se destaca por apoiar a evolução tecnológica de seus clientes, atuando de forma integrada, desenvolvendo soluções completas com serviços e produtos para empresas em todo o Brasil.

Com o novo site, a DANRESA pretende ampliar ainda mais o seu leque de clientes em todo o Brasil no que tange à segurança de e-mail. Pretende repetir o sucesso que vem tendo com o site DANRESA Fortinet (www.danresa.com.br/fortinet) onde apresenta todos os produtos de segurança de rede da  Fortinet: FortiGate, FortiWifi, FortiManager, FortiAp, FortiAnalyzer, etc.

Como representantes da Fortinet no Brasil, a DANRESA  está capacitada a fornecer todo o suporte necessário para o andamento de testes de avaliação e implantação efetiva, conquistando as vantagens e benefícios que os appliances UTM Fortinet oferecem.

A DANRESA comercializa os produtos Fortinet através da instalação de appliances perfeitamente customizados para o ambiente dos clientes, na forma de comodato com suporte e manutenção por todo o período contratado. Além disto, como revenda Fortinet, consegue preços diferenciados, além da facilidade de pagamento em reais no Brasil, contribuindo para a implantação desta importante ferramenta à custos mais competitivos.

O visitante que desejar fazer pedidos dos produtos Fortinet poderá ligar no telefone (11) 4452-6450 ou e-mail: comercial@danresa.com.br.

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Fortinet® lança a segunda geração do FortiASIC-SoC2

Novo sistema oferece alto desempenho e poder de processamento de alto custo-benefício para appliances FortiGate
A Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder mundial em segurança de rede de alto desempenho – lança a segunda geração do FortiASIC -SoC2. O upgrade irá proporcionar uma sensível melhora de desempenho de segurança de redes aceleradas por hardware para appliances da suíte FortiGate. A arquitetura SoC combina o poder do processamento para uso geral e a tecnologia personalizada ASIC em um único chip, simplificando o design do aparelho e ao mesmo tempo oferecendo um desempenho líder da indústria. O FortiASIC-SoC2 é o primeiro de uma série de FortiASICs personalizados que a Fortinet pretende lançar nos próximos meses, oferecendo um desempenho de segurança para a classe empresarial com design mais simples para redes menores.
O FortiASIC -SoC2 fornece mais que o dobro da capacidade de processamento geral de seu antecessor, o FortiASIC -SoC, que a Fortinet lançou com a família de produtos FortiGate e FortiWiFi em 2010 -. Os avanços arquitetônicos do FortiASIC-SoC2 incluem 109 milhões de transistores e o uso de tecnologias mais avançadas de semicondutores, além do design simplificado. Este novo pacote FortiASIC permite appliances desktop em altos níveis de IPSec, além da aceleração SSL de hardware para otimização de proteção e desempenho.
“Nossa equipe de engenharia ASIC se baseou nos sucessos anteriores para desenvolver um desempenho inovador com sistemas Fortinet“, diz Michael Xie, fundador, CTO e vice-presidente de engenharia da Fortinet. “Ao aumentar a capacidade de processamento, potencializar a tecnologia de integração do nosso processador de rede (NP) e do processador de conteúdo (CP) FortiASICs, antecipamos que o FortiASIC-SoC2 oferecerá grandes avanços na função e no desempenho, com uma melhora de mais de 10 vezes na transferência da criptografia. Estamos ansiosos para a implementação desse novo FortiASIC nos modelos de próxima geração do FortiGate e outros produtos Fortinet“.
O FortiASIC-SoC2 já está sendo projetado nos novos appliances Fortinet.
SIte de Produtos Fortinet

Fortinet ® ganha Avaliação ADVANCED+ da AV-Comparatives

fonte: http://www.segs.com.br

Solução de segurança endpoint ganha prêmio com base na detecção de softwares maliciosos e baixa taxa de falsos positivos

 A Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder mundial em segurança de rede de alto desempenho – anunciou que a empresa foi classificada como ADVANCED+ no teste de detecção de softwares maliciosos da AV-Comparatives, ganhando uma pontuação de 99,2% (em um total de 100%).
A equipe do AV-Comparatives testou as capacidades do antivírus Fortinet para detecção de malware e de falsos positivos juntamente com outras 20 soluções endpoint de segurança de vários países. Os participantes foram premiados de acordo com as classificações Advanced+, Advanced e Standard.  Os vencedores da categoria Standard foram considerados bons produtos que alcançaram uma pontuação boa/regular; vencedores Advanced foram considerados “muito bons” e os vencedores Advanced + atingiram uma pontuação “excelente”.
A tecnologia antivirus Fortinet é parte do conjunto de serviços de segurança desenvolvido pela  equipe de pesquisa da FortiGuard Labs que oferece avançada proteção  contra ameaças de malware para uma ampla gama de produtos da Fortinet, incluindo FortiGate ®, ™ FortiWeb™, FortiMail®, FortiCarrier ™, FortiCache ™ e produtos FortiClient®.
“Estamos muito satisfeitos em saber que a tecnologia antivírus da Fortinet foi reconhecida por uma organização tão bem conceituada”, disse Patrick Bedwell, vice-presidente de marketing de produtos da Fortinet . “A AV-Comparatives confirmou o compromisso da nossa equipe de pesquisa FortiGuard, que é proporcionar aos nossos clientes uma tecnologia de ponta que ajuda a protegê-los das mais avançadas e persistentes ameaças de rede. Juntamente com as melhorias no FortiOS 5.0 e no FortiClient 5.0 anunciadas na semana passada, esta classificação demonstra o nosso foco contínuo em oferecer as soluções mais inovadoras para atender às preocupações de nossos clientes”.
Fortinet FortiGate

Para CIOs, nuvem é atraente mas telecom inibe adoção no Brasil

Executivos que participam da IT Leaders Conference 2012 disseram que já percebem os ganhos do modelo, embora reconheçam que os contratos precisam de ajuste fino.

Edileuza Soares

A nuvem é considerada atrativa para CIOs que estão participando da IT Leaders 2012 Conference pela sua flexibilidade e possibilidade de contratação rápida dos recursos de TI. Entretanto, alguns apontam que problemas com a infraestrutura de telecomunicações são uma barreira para acelera a adesão desse modelo no País.

Os executivos tiveram oportunidade de discutir o tema durante um debate realizado na tarde desta quarta-feira (23/05) sobre “Technology Upadate”, comandado pelo analista da IDC, Anderson Figueiredo, que apresentou o cenário do Brasil nesse movimento e fez comparações sobre o jeito das empresas do país de contratar aplicações em nuvem. As soluções mais procuradas são software.

“Fomos para nuvem e estamos trazendo nossa aplicação para casa por causa de lentidão na conectividade”, revela Aníbal Mendes, CIO da Scopel Desenvolvimento. A sua companhia colocou há um ano e meio na cloud duas aplicações: RH e gerenciamento de projeto.

Agora a Scopel está tirando da nuvem apenas a aplicação de gerenciamento de projeto. “Tivemos benefícios com a nuvem. O maior deles foi a implementação do software em apenas 90 dias”, contabiliza Mendes, lamentando as dificuldades que o Brasil enfrenta com conectividade em algumas regiões.

O CIO da Tavex, Alberto Henry Riff, avaliou a migração do e-mail de 1,8 mil usuários para a nuvem, mas decidiu manter a aplicação dentro de casa por causa dos custos dos links de telecomunicações.

“Os preços que nossas filiais do México, Espanha e Marrocos pagam pela conectividade são muito mais baixos que os praticados no Brasil”, reclama o executivo, que apontando ainda a limitação das taxas de velocidade do País, também menor do que as contratadas pela companhia em outros mercados.

Riff observa que os grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiros estão bem atendidos de infraestrutura de comunicações, mas que em outras regiões o serviço é ainda é precário, o que encarece os custos.

Cuidados para não perder o trem

Figueiredo concorda que a infraestrutura de telecomunicações no Brasil é uma barreira para o avanço de cloud computing, mas ele acredita que esse cenário deverá mudar com Copa do Mundo e Olimpíadas. Esses grandes eventos vão obrigar o País a ampliar os serviços de comunicações.

“Telecomunicações é um problema verdadeiro para nuvem, mas os CIOs precisam tomar cuidado para não transformar esse argumento em um amuleto”, adverte o analista da IDC, afirmando que as empresas não terão como ficar de fora dessa tendência, que não é mais modismo.

Na avaliação do analista, o Brasil já passou da fase de educação sobre cloud. “Os CIOs brasileiros estão comprando cloud e entendem o conceito. Mas eles têm dificuldades para justificar os custos desse serviço para as áreas de negócios”, constata Figueiredo. Isso ocorre, segundo ele, em razão de os provedores ainda não conseguirem mostrar com exatidão o ROI (retorno do investimento) da nuvem aos compradores.

Figueiredo diz que os contratos ainda precisam de ajuste fino, etapa que já foi vencida em mercado onde cloud computing está mais madura como é o caso dos Estados Unidos.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/especiais/2012/05/24/para-cios-nuvem-e-atraente-mas-telecom-inibe-adocao-no-brasil/

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A DANRESA  Consultoria de Informática oferece soluções de Virtualização e nuvem:

Vurtualização

 

Conheça os produtos FortiGate oferecidos pela DANRESA Consultoria de Informática:

FortiGate

Seis dicas para estimular a inovação em TI

Consultoria ensina como os CIOs podem eliminar focos contaminadores que brecam as boas ideias e se tornarem inspiradores dessa cultura na empresa.

Edileuza Soares

Saber como colocar a inovação em prática e eliminar os fatores que impedem que essa cultura se espalhe pelo departamento de TI e para outras áreas da empresa. Esse foi o desafio colocado para os CIOs no primeiro dia da IT Leaders Conference 2012, que abriu ontem (23/05) e se estende até domingo, em Arraial D`Ajuda, na cidade de Porto Seguro (BA), promovida pela Computerworld.

Em um workshop conduzido por Christina Luna, consultora da Eagle Fligth, empresa canadense de treinamento e desenvolvimento de programas para mudanças, os CIOs tiveram oportunidade de avaliar o quanto estão próximos ou distante da inovação.

Por meio de jogos que obrigaram os executivos a colocar sua criatividade em prática, Christina mostrou que a inovação é um efeito multiplicador que traz resultados para a companhia e que a TI tem de buscá-la o tempo todo.

“Inovar é descobrir novas abordagens para uma situação que já existe. É tornar algo melhor, fazendo diferente”, define a consultora. Ela chama atenção de que para desenvolver a inovação não basta apenas acordar com uma boa ideia e ter boas ferramentas nas mãos.

O CIO tem de saber como criar um ambiente adequado para incentivar sua equipe a ter a cultura de inovação e espalhá-la pelo seu departamento e companhia para trazer resultados aos negócios. A consultora sintetiza que inovação é um feito multiplicador de resultados e quanto mais a TI praticá-la, mais dinheiro e riqueza poderá trazer para a organização.

Contaminadores da inovação

A consultora da Eagle Flight avalia que a TI é muito amarrada a processos e recomenda que o CIO saia da caixa, ou seja, de seu mundo pensante para inspirar outras pessoas na geração de ideias. Ela lembra que inovação é apenas 10% inspiração e os que os outros 90% são transpiração, sinanlizando que é preciso arregaças as mangas e trabalhar.

O CIO é chamado para liderar projetos de inovação e ele tem que desenvolver competência para lidar com esse tema. “Se a inovação não é a sua missão, ele ficará atendendo apenas aos requisitos operacionais”, adverte Christina.

Christina enumera cinco contaminadores da inovação que precisam ser vencidos pelos gestores de TI. São eles: crítica às novas ideias; medo de falhar; adoção de metodologia antiga; ideias preconcebidas e apatia ao novo.

Ela considera que a geração Y pode ser uma aliada nos processos de inovação, pois é cheia de ideias que podem ser aproveitadas. Mas os CIOs têm de saber como conduzir esses jovens, sem tentar moldá-los para não bloquear a criatividade deles.

Visão dos CIOs

CIOs reconhecem que por serem orientados a processos, às vezes têm dificuldade para colocar a criatividade em prática e buscar instrumentos para estimular sua equipe na geração de novas ideias.

“Acho que os contaminadores da inovação somos nós mesmos”, diz o CIO Jens Hoffmann, da ZF do Brasil, admitindo que precisa encontrar equilíbrio entre criatividade e assuntos do dia a dia. O lado bom, segundo ele, é que nem sempre inovar significa fazer novos investimentos.

Na avaliação de Fernando Birman, CIO da Rhodia, a TI ainda tem dificuldade em lidar com a inovação porque fica imersa tentando apagar os incêndios do dia a dia. “O desafio é ser flexível, zelar pela segurança da empresa e não matar as boas ideias da equipe”, diz.

“Hoje o CIO tem o papel de trazer soluções e inovações para contribuir com os resultados da empresa”, afirma Marcos Roberto Pasin, CIO da BN Construções. Ele reconhece que o gestor dos novos tempos tem que ser menos técnico e mais antenado aos negócios para transformar a TI de centro de custos em área de inovação.

Luiz Felipe, Fuhrmeister, CIO da Santa Casa de Porto Alegre, conta que a TI se esforça para praticar a inovação, mas se esbarra muito no que a consultora Christina chama de ideias preconcebidas. “É difícil convencer as pessoas a mudarem. Como vou convencer alguém que está próximo de se aposentar a fazer diferente algo fez a vida inteira de determinado jeito?”, questiona.

Confira a seguir sete dicas da Eagle Flight para estimular inovação:

1- Escolha algo que você queira mudar ou melhorar na sua empresa e defina o benefício real da transformação

2- Use a técnica de geração de ideias com sua equipe, fazendo brainstoring

3- Identifique prós e contras sobre as novas ideias

4- Resolva os contras

5- Eleja um padrinho/mentor para monitorar o processo de mudança escolhido

6- Crie um plano de ação. Distribua as tarefas, identifique os recursos necessários e estabelece prazos para o eu processo de mudança.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/especiais/2012/05/24/seis-dicas-para-estimular-a-inovacao-em-ti/

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SOA nas PMEs: viabilidade e principais motivadores

Sim, é possível desenvolver projetos SOA em pequenas e médias empresas e se beneficiar
dessa infra-estrutura de sistemas, que vem a cada ano que passa, se mostrando
como um grande passo na forma de pensar e desenvolver sistemas. Mas obviamente
o SOA não é um fim em si. Como dissemos, o SOA é a infra-estrutura para que a
área de sistemas atenda melhor as áreas de negócios da empresa.

SOA nada mais é que o resultado da incessante busca dos desenvolvedores de maximizar a reusabilidade de códigos, visando maior produtividade no desenvolvimento e manutenção de sistemas. Nos primórdios, eram as sub-rotinas, procedimentos, componentes, objetos até chegar aos dias de hoje no conceito de serviços, fazendo com que o conceito de reutilização ultrapasse a barreira de ser
realidade dentro da própria linguagem e passe a ser realidade entre várias
tecnologias. Os novos sistemas serão compostos de um conjunto de serviços que
servirão de interface para integração com outros sistemas, automatização de
processos, entre outras possibilidades. Como conseqüência natural dessa busca
por reusabilidade, obteremos facilidade para integração de sistemas e sistema
mais flexíveis para se ajustar aos processos de negócios das empresas.

O fato é que o SOA abre novas possibilidades às empresas e iremos explorar essas
possibilidades à luz da realidade das PMEs.

Adotando vários sistemas aderentes às necessidades da empresa

Uma das grandes vantagens que o SOA traz às PMEs é a possibilidade de adoção de vários sistemas, sendo que cada um com maior aderência aos processos de negócios de sua empresa, quebrando o paradigma de que devemos optar sempre por um único
ERP.

Temos ouvido e seguido por vários anos que devemos adotar um único ERP pelo motivo central, que é a integração das informações. Só que isso nos leva a prejudicar
áreas de negócios, que são obrigadas a aceitar módulos de sistemas que não as
atende perfeitamente, mas em prol do paradigma do ERP único, são obrigadas a usá-lo.

Conseqüência disso é uma sobrecarga de atividades manuais e o uso intensivo de planilhas para complementar os controles, gerando duplicidade de informação, perda de qualidade de informação, entre outras conseqüências. Ou para se ter maior
aderência aos processos da empresa, se parte para a contratação de
customizações de algumas funcionalidades faltantes, o que implica pagar altos
valores e que, muitas vezes, ao longo dos anos, são superiores ao próprio valor
pago pelo ERP. Como estamos falando de PME, várias vezes a customização tem
valores que são inviáveis para sua realidade, fazendo com que o processo de
negócio não seja 100% atendido pelo sistema, tendo como conseqüência uma perda
de eficiência no suporte que TI dá aos negócios.

Os ERPs por serem genéricos, fazem com que a customização seja incorporada ao Sistema, o que as tornam mais complexas e trabalhosas de se implementar. Por serem
inevitáveis, os fornecedores de ERPs tentam evitar ao máximo essas
customizações, chegando inclusive a aumentar o seu custo para não incentivar
essa opção.

Atualmente, no Brasil, há uma vasta variedade de aplicações, sendo que cada uma com sua especialidade e a possibilidade de integração via SOA nos deixa livre para
adoção do que é melhor para cada área da empresa. Obviamente, devemos evitar
exageros nessa variedade de adoção, pois integrar também dá trabalho, mas com
certeza devemos privilegiar sistemas especialistas que tragam maiores
benefícios à nossa empresa.

Para ilustrar, vamos citar alguns dos muitos cenários possíveis e mais comuns
encontrados em PMEs:

Cenário 1 – Indústria

  • Sistema
    1: eCommerce (WEB)
  • Sistema
    2: ERP - Módulos Administrativos (Financeiro, Faturamento, Compras,
    Estoque, Contabilidade e Fiscal).
  • Sistema
    3: PCP: Módulos de Produção e Chão de Fábrica.

Cenário 2 – Comércio

  • Sistema
    1: ERP - Módulos Administrativos (Financeiro, Faturamento, Compras,
    Estoque, Contabilidade e Fiscal).
  • Sistema
    2: Frente de Loja.
  • Sistema
    3: Fidelidade de Clientes.
  • Sistema
    4: eCommerce (Web).

Cenário 3 – Serviço

  • Sistema
    1: ERP - Módulos Administrativos (Financeiro, Faturamento,
    Contabilidade e Fiscal).
  • Sistema
    2: Sistema de Controle de Chamados de Clientes / Ordem de Serviços.
  • Sistema
    3: CRM.

Dentro desse tema de utilização de vários aplicativos, podemos ainda chamar a atenção para o tópico de “Preservação do Investimento”, que como conseqüência da
possibilidade de se utilizar mais de um sistema, podemos manter alguns sistemas
que satisfazem a necessidade da empresa. Mas, por conta da falta de integração
com outras áreas, acaba por ser substituído, levando por água abaixo
investimentos realizados em software, hardware, treinamento, etc.

Realizando integrações de processos de negócios em tempo real e não
apenas de sistemas

Com a adoção de vários sistemas nas empresas, o SOA nos permite realizar integrações dos Processos em Tempo Real, no lugar das tradicionais integrações através de trocas de informações em lote (batchs). O processo Batch normalmente é
realizado através de troca de arquivos-texto ou bases de dados de
transferências. O caminho para dar agilidade e ganhos aos processos de negócios
das empresas é a realização das integrações em tempo real, o que nos leva a uma
quebra de paradigma no tópico integração.

As integrações devem ser pensadas á luz dos processos e não devem ter um enfoque
apenas técnico, que olhem para as bases de dados (tabelas dos sistemas) ao
invés de olhar aos processos. O correto é mapear os processos da empresa, que
envolvem os sistemas em questão, entender como podemos otimizar estes processos
e analisar onde há necessidade de integração, que informações devem passar de
um sistema a outro e em que momento.

A quebra de paradigma ao tradicional método de integração em Batch, tem sido umas das principais dificuldades em se implementar projetos de SOA que tragam reais
benefícios aos processos de negócios das empresas.

Muitos projetos de integrações de sistemas são feitos através de troca de arquivos, em
horários pré-definidos e que trazem um atraso inevitável a execução dos
processos na empresa. O caminho que o SOA nos oferece, para tornar a empresa
mais ágil, é sempre pensar em integrações em tempo real, que fazem com que a
informação de um sistema passe ao outro no momento da sua geração, criando
assim o conceito de se ter uma única aplicação composta na empresa.

Normalmente nas PMEs os profissionais das áreas de negócios e que dominam os processos ficam alheios aos projetos de integração, que ficam por conta apenas dos
profissionais de TI. Muitos por não terem desenvolvido ainda um visão mais próxima
aos processos da empresa e de suas necessidades por agilidade e flexibilidade,
dão soluções convencionais como a troca de arquivos (EDI – Eletronic Data
Interchange) para realizar a integração. Por isso, recomendamos fortemente que
os donos dos processos sempre participem das definições iniciais dos projetos
de integração, contribuindo assim com sua visão de negócio. Mas cabe aos
profissionais de TI saber que o SOA traz a possibilidade de integração em tempo
real e que por desconhecimento disso não coloque bloqueios técnicos
desnecessários aos projetos.

No cenário-exemplo de indústria, citado anteriormente, é fundamental que a área de
produção usuária do PCP, saiba em tempo real de todos os pedidos que são
recebidos pelo ERP, que por sua vez os recebe através do sistema de eCommerce.
Ou seja, num cenário em que o tempo real seja deixado de lado, podemos ter
horas ou até dias de atrasos inseridos no processo desnecessariamente, deixando
de trazer grandes benefícios à empresa.

Automatização de processos em prol da qualidade e agilidade na execução
dos processos

Outro grande benefício que o SOA traz às PMEs é a possibilidade de automatizar
processos, obtendo ganhos significativos de qualidade e produtividade na
execução dos processos da empresa.

Devemos analisar os processos críticos da empresa e buscar “sonhar” em como gostaríamos que eles fossem executados de forma automática e avaliar essa possibilidade a partir dos recursos de SOA disponíveis. O SOA nos auxilia na medida em que os serviços expostos pelos aplicativos tornam possíveis as execuções de integração de processos até mesmo entre serviços da mesma aplicação, possibilitando assim a criação de automatizações de processos.

Antes do SOA, essas automatizações eram possíveis apenas através de customizações internas aos sistemas existentes. Na prática, a automatização através do SOA, não deixa de ser uma customização, mas passa a ter uma característica
não-invasiva ao sistema. Dizemos que a customização fica desacoplada do sistema
em questão.

Podemos assim escolher a linguagem na qual iremos desenvolver a customização e não ficamos restritos à linguagem do aplicativo. Baixando assim custos e
reutilizando conhecimentos existentes na própria empresa.

Esse desacoplamento traz entre outros benefícios a possibilidade de receber novas
versões dos aplicativos, sem ter a necessidade de redesenvolver as
customizações sobre a nova versão.

Adoção de um ESB

O SOA traz junto com seus benefícios uma complexidade maior no gerenciamento sobre o funcionamento de todos esses serviços que estão sendo utilizados na empresa.
Com isso, surgiram produtos que foram batizados como ESBs (Enterprise Service
Bus), que atuam como um barramento de integração de serviços por onde passam
todas as integrações.

Muitos deles auxiliam de forma significativa na criação de serviços a partir de
sistemas legados que não possuem esse conceito nativamente. Hoje é possível,
por exemplo, tornar uma rotina escrita em COBOL em um webservice que pode ser
chamado por qualquer tecnologia atual. Ou transformar uma rotina Java em um
componente .NET (ou vice-versa) quebrando assim umas das barreiras atuais de
projetos de integração.

O uso do ESB não se restringe ao gerenciamento dos serviços em uso, mas também funcionam com um acelerador de produtividade na execução das automatizações e integrações dos processos. Alguns trazem componentes prontos e adaptadores para vários aplicativos, o que facilitam e muito a execução de projetos.

Caso a   adoção do SOA não seja apenas para uma solução pontual na empresa e sim devido   a uma decisão estratégica para a arquitetura dos sistemas, a inclusão de um   ESB no projeto é um pré-requisito. Abrir mão dele implica em perder gerenciamento, produtividade e segurança na execução dos processos.

Onde o BPM encontra o SOA

Alguns ESBs trazem tantas funcionalidades que chegam a serem classificados também como BPMS (Business Process Management Suite) com foco na integração ou se usado em conjunto com alguma solução de Workflow tornam-se BPMS completos.

Na prática, todos os temas explorados neste artigo, como integração de processos,
automatização de processos, maior visão de negócios, tempo real, entre outros,
são substemas do BPM. Com isso, se pode definir, em apenas um termo, qual é o
principal objetivo do SOA, diria que é o BPM, ou seja, o gerenciamento dos
processos de negócios.

A era do ERP nas PMEs afastou a visão de processo de muitas das empresas, que apostaram que o ERP iria resolver todos os seus problemas. O fato é que essas empresas se esqueceram de definir melhor seus processos e olhar para o ERP como parte de sua solução e acabaram por buscar a todo custo que o ERP resolvesse tudo, desde do que é básico até o que há de mais específico nos processos da empresa. Nesse ponto é que o SOA vem contribuir de forma significativa para a construção de
uma camada de negócios, que preencha o espaço entre a necessidade da empresa e
o que o ERP pode oferecer. É exatamente onde entra o conceito de BPM.

Todos os benefícios que exploramos neste artigo poderiam ser resumidos pelo
conceito de BPM, que é na prática a finalidade maior da existência do SOA.
Podemos definir o SOA com a infra-estrutura necessária para a implementação
do BPM.

Considerações finais

Como consideração final, reforçamos a necessidade que temos de que os profissionais
de TI cada vez mais se aproximem da área de negócios da empresa, passem a
dominar os processos e busquem alternativas para dar mais agilidade e
flexibilidade para a empresa. Ainda vemos muitos profissionais distantes dessa
visão e que estão envolvidos com questões técnicas, também importantes, mas que
não podem ficar limitados a essa visão. O SOA deve ser entendido como meio
(ferramenta) e não com fim em si mesmo, para a busca de melhorias nos processos
da empresa.

Cloud computing: evolução em 2012

Computação em nuvem vai mergulhar ainda mais fundo nas empresas com nuvens híbridas, clientes virtualizados e normas de segurança no topo das tendências

A computação em nuvem já se tornou amplamente aceita que não irá se classificar como um desenvolvimento interessante em 2012. Em vez disso, você verá uma aplicação mais organizada, aplicações de recursos para que a nuvem continue a ser usada em conjunto com as centrais de TI. Vamos dar uma olhada em que podemos esperar de cloud computing durante o próximo ano.

1. 2012: o ano da nuvem híbrida
A expressão mais evidente da tendência é o sério interesse em nuvem privada, onde cada vez mais o data center da empresa é dedicado a operações virtualizadas e automatizadas, incluindo o usuário final. Por quê? Porque a nuvem pública, se ainda não totalmente confiável, entende-se como um jogador de longo prazo. A movimentação para a computação em nuvem interna não está em oposição à nuvem pública. Pelo contrário, ela reflete o crescente senso dentro da TI de que seu próprio ambiente terá de ser o mais eficiente e compatível possível.

Iniciativas de cloud VMware seriam vacilantes se a virtualização tivesse parado na beira do servidor virtualizado. A gestão destes recursos é um passo gigantesco em direção à computação em nuvem interna.

2. Desenvolvimento
Falando de Cloud Foundry, a incomum iniciativa open source (incomum para VMware), lançada em abril passado, deu frutos incomum. Há uma crescente compreensão de que as aplicações em nuvem vão ser diferentes; que o desenvolvimento ágil nunca chegará próximo dos “devops”. Ambas as realizações foram atrás de Cloud Foundry, nomeada a melhor plataforma de desenvolvedor geral em uma recente pesquisa feita por programadores da Evans Data. Venceu o Microsoft Azure e Smart Cloud da IBM, ambos bem provisionados com ferramentas de desenvolvimento, assim como o Google App Engine com seus Gadgets.
Por que Cloud Foundry ganhou? Bem, eu acho que o Evans Data apela para programadores independentes, aqueles que são usuários menos frequentes da IBM Rational ou das ferramentas Visual Studio, da Microsoft (embora haja uma abundância de programadores da empresa usando Cloud Foundry).

Além disso, a VMware está escrupulosamente cultivando um ambiente aberto, onde todos são bem-vindos. Cloud Foundry é uma plataforma para projetos Spring Framework, feito por desenvolvedor Java. A plataforma Foundry apoiará linguagens dinâmicas como PHP e Python. Está se tornando uma das poucas plataformas de desenvolvimento amplamente favoráveis, onde muitos grupos de programação podem encontrar um lar.

3. Finalmente, os clientes virtualizados
Maior do que o desenvolvimento, no entanto, é a busca por clientes virtualizados. Até agora, a história de sucesso tem sido servidores virtualizados, com a grande massa de clientes confusos e atrasados em relação à tecnologia. Em 2012, este cenário está prestes a mudar. Dizemos que isto iria acontecer no ano passado, certo? Desta vez, é real. Grandes avanços estão sendo feitos para manter os clientes virtualizados seguros, em alguns casos, liderados pelo Citrix Systems. Se desktops virtuais são mais seguros do que os físicos, então uma importante justificativa de custo para a mudança se materializa. Uma interface de usuário virtual que pode mover-se de dispositivo para dispositivo resolve alguns dos conflitos, evitando a transição “trazer-seu-próprio-computador” para trabalhar. Procure os principais fornecedores ATM e Diebold para descrever como o cliente-final está usando as transações virtuais para assegurar suas redes de ATM. Dados pessoais não podem ser roubados (do jeito que estava em supermercados). Se ele funciona em caixas eletrônicos, pode dar certo com os seus clientes-finais.

4. Cloud Security… em profundidade
Em uma conversa, Joe Coyle, CTO da Capgemini, fez uma previsão interessante: “Um modelo de segurança já aceito virá para a nuvem em 2012.” Amazon começou 2011 com uma nova PCI-compliace e disse que transações seguras de cartão de crédito poderiam ser executadas em EC2. Durante o ano, Harris implementou o seu Centro de Integração de Cyber para processamento de dados de cuidados da saúde. Segurança pode ser conseguida na nuvem. “É uma questão de clientes e fornecedores entenderem quem tem quais responsabilidades a cumprir”, disse Coyle. E, em 2012, um modelo de como isso pode ser alcançado será posto em prática.

5. Green Eye Shades ou Shades Of Green?
Construtores de novos datacenters, incluindo Facebook, Google, Amazon e Microsoft vangloriam os novos níveis de eficiência energética que eles conquistaram. Nem todas as aplicações precisam de 300 watts, de alta capacidade, e servidores de alta velocidade por trás delas. Em alguns casos, 15 ou 20 watts serão o suficiente. O uso intenso de dispositivos móveis poderia, em muitos casos, ser servido pela energia eficiente de data centers, talvez preenchido com servidores como um dos que a HP anunciou usando chip da ARM Calxeda. Talvez os servidores de chip Cortex, usando energia 89% a menos que os convencionais, ainda não seriam a melhor plataforma para streaming de vídeo que você quer ver. Mas manteriam sua empresa fora da zona vermelha do alto consumo de energia.

6. Indo para o lado escuro
Em 2012, veremos o primeiro incidente em que um hacker ficará dentro de uma nuvem pública e produzirá mal e destruição. O invasor parece entender sua infraestrutura, as suas medidas de proteção e por um tempo vai desafiá-las. O CIO Jerry Johnson contou de como um hacker (invasor não identificado, mas possivelmente um chinês) entrou no Pacific Northwest National Lab, é muito interessante uma história me permitir acreditar que a nuvem pública tem melhores defesas. Nesta fase da computação em nuvem, muitas portas estão abrindo e fechando constantemente para a nuvem pública. A defesa é necessária e está vindo, mas não é suficiente para evitar um incidente.

fonte: informationweek.itweb.com.br

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Falta de especialização é conflito na área de TI

A falta de pessoal especializado para trabalhar na área de tecnologia da informação (TI) tem criado um cenário complexo para as empresas do ramo no Brasil. Enquanto na construção civil o drama envolve basicamente os funcionários à frente das obras propriamente ditas, na área de pesquisa e tecnologia a dificuldade maior é preencher vagas de primeiro escalão, ou seja, de cargos de chefia e liderança aos especializados em desenvolvimento de soluções de alta performance e inovação. 

Para muitas empresas de TI, a questão é ainda mais latente na decisão sobre o que seria menos complicado: capacitar um funcionário com treinamentos, cursos e afins, ou investir na contratação de estrangeiros de alto gabarito, e já formados na área. Em ambos os casos há complicadores: o primeiro envolve a questão financeira, devido ao aumento da concorrência que canibaliza o segmento. Há perigo de, depois de anos de cursos de aperfeiçoamento oferecidos ao contratado pela empresa, ver a expertise proporcionada ao funcionário dobrar o seu “passe” no mercado de TI. Desta maneira, o risco de a contratante perdê-lo para a concorrência é alto. 

Já na outra ponta, mesmo que a crise econômica internacional coloque à disposição para os países emergentes uma grande quantidade de mão de obra qualificada, já que as empresas fora do País têm enxugado seus quadros e uma série de executivos poderiam vir para o Brasil preencher essas lacunas, a burocracia da contratação pode durar de quatro a até seis meses, e se torna mais um empecilho.�
De acordo com Juliana Zuccarello, especialista que atua na área de TI da Havik, consultoria de recrutamento e desenvolvimento de profissionais, uma solução é começar a haver uma repatriação de brasileiros que estão fora do País, e hoje têm toda condição de voltar já que os salários no setor estão inflacionados, por conta da alta demanda. “Então as empresas já pagam aqui valores similares às empresas no exterior.”

Fora isso, a executiva acredita que o mercado deverá ficar mais atento a questões como a da flexibilização de perfil. “Uma questão importante é como olhar para um candidato quase sem experiência, por outro lado com sólida formação acadêmica. É preciso ver se ele tem número grande de cursos, se é fluente em outros idiomas, se tem perfil autodidata e inovador. Isso deve ser relevante.” 

Juliana lembra também que muitas empresas acabam buscando profissionais ainda na faculdade, e acabam por finalizar a capacitação do profissional. Aí entra a questão da retenção do talento. Segundo Cristian Vidigal, sócio diretor da Vertis, especializada em soluções de negócios baseadas em tecnologia de Web, adotar mimos como games, fones modernos e outros aparelhos de ponta pode ser algo atrativo.

“Diferentemente de áreas como a de publicidade, em que as agências colocam salas com mesas de sinuca e criam espaços lúdicos para o pessoal de criação, na área de TI o pessoal está mais interessado mesmo em experimentar novos produtos, aqueles que acabaram de entrar no mercado. Oferecer o que há de mais high- tech é o que deixa qualquer profissional da área com um sorriso no rosto”, brinca Vidigal.

Centros de pesquisa

A competência da mão de obra local e as particularidades do mercado nacional despontam como diferencial para as demais filiais da Avaya, empresa fornecedora de serviços de telefonia integrada. Para Carlos Bertholdi, diretor de Serviços da Avaya Brasil, isso justificaria a escolha da Avaya em adotar a estratégia de centralizar sua produção na China, porém manter centros de desenvolvimento – chamados lab (laboratório, em inglês) – nos demais países onde atua, como no Brasil. 

Na América do Sul, a empresa tem labs também na Argentina. Por aqui, e no território dos hermanos argentinos, a empresa desenvolve softwares para projetos nos setores financeiro e também na área de contact center. Segundo Bertholdi, o centro de desenvolvimento brasileiro da empresa se destacou em 2011 a ponto de exportar seus serviços para o exterior. 

“Existem necessidades de nossos clientes no campo do software, por exemplo, que a operação global da empresa só consegue achar a solução aqui no laboratório brasileiro. Muitos dos problemas que tivemos que resolver no setor bancário daqui, os quais conseguimos atender na maioria, apareceram tempos depois em países da Europa e nos EUA. Como já tínhamos passado por isso, delegaram que o centro brasileiro os resolvesse”, conta. 

O executivo diz, ainda, que o nível de exigência e complexidade do setor financeiro nacional é muito mais alto do que os de outros países. “Apesar de serem conservadores na adoção de novas tecnologias, os bancos de varejo que atuam no Brasil costumam adquirir soluções avançadas e que demandam de muita segurança e escala. Muitas vezes são sistemas e necessidades que encontramos aqui no País primeiro do que em outros mercados”, diz. Por conta disso, construir estratégias que retenham essa mão de obra especializada é uma das metas da Avaya para 2012. 

Parque Tecnológico

Líder mundial em equipamentos e sistemas para armazenamento de dados, presente em mais de 80 países, a subsidiária brasileira da EMC, fundada nos Estados Unidos, lançou há alguns dias a pedra fundamental do centro de pesquisa e desenvolvimento que irá construir no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, na capital fluminense. O presidente da EMC, Carlos Cunha, em evento em São Paulo, explicou que a principal atividade do centro serão a pesquisa e o desenvolvimento aplicados nas áreas para grandes dados (big data) e óleo e gás, e que a empresa deve investir nos próximos cinco anos algo em torno de R$ 100 milhões, em projetos em todo o Brasil. 

Para o diretor de Vvendas da EMC Brasil, Luis Henrique Pessanha, a dificuldade para o setor de TI justamente da questão de mão de obra é alarmante. Para ele, ao montar um centro de pesquisas big data, principalmente de olho no segmento de off shore no Brasil, demonstra como a EMC dá um salto e quão interessada e envolvida está com sua atuação no mercado brasileiro. “Mas realmente a questão de profissionais para o segmento é um assunto que preocupa”, destaca. Ele ressalta que, no Rio, a ideia é investir em tecnologias para armazenar e processar grandes volumes de informações, logo a procura por desenvolvimento de pesquisa e inovação vai ser mais acirrada.

Fonte: http://www.dci.com.br/Falta-de-especializacao-e-conflito-na-area-de-TI-9-401828.html

17 previsões para 2012 em tecnologia

As mudanças trazidas pelos dispositivos móveis e pela computação em nuvem tendem a se acentuar em 2012

São Paulo — Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.

A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais dinheiro que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.

 2 A China ultrapassa o Japão

 Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.

 3 Tablets conquistam as empresas

 Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.

 4 Os aplicativos saem do PC

 O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.

 5 O Kindle Fire ganha espaço

 Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.

 6 O mundo móvel entra em guerra

 Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.

 7 A Microsoft pode comprar a Netflix

 Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.

8 O dinheiro vai para a nuvem

Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.

 9 Os aplicativos também vão à nuvem

 A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.

10 A segurança preocupa

 Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.

 11 O crime cresce

 Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.

 12 A energia encarece os serviços

 Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.

 13 Carros e televisores entram na internet

 O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.

 14 A montanha de dados cresce

 O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.

 15 Big data é desafio

 A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.

 16 A Amazon chega à maioridade

 A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.

 17 A bolha estoura

 Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

Fonte: info.abril.com.br

Hard Drive Brick, o Disco Rígido LEGO

A Zip Zip, que produz com sucesso desde de 2007 vários modelos de flash drives LEGO, resolveu expandir sua linha com discos rígidos em forma de blocos LEGO.

O disco rígido Hard Drive Brick vai estar disponível em dois tamanhos, 500 GB ou 1 TB, e em quatro cores, azul, verde, vermelho ou amarelo. Os discos são compatíveis com USB 3.0 e funcionam tanto em Mac, quanto em Windows. E o mais legal é que os HDs podem ser empilhados como blocos LEGO de verdade!