Primeiro firewall de 1 Terabit por segundo é da Fortinet

A Fortinet anuncia a disponibilidade do primeiro firewall para cruzar o limiar de 1 terabit por segundo. Isso é 1 trilhão de bits, ou 1 com 12 zeros depois dele (1.000.000.000.000). Mas por que é necessário agora e por que é importante?

A forma como fazemos negócios mudou e o cenário de ameaças junto com ele. A computação móvel, serviços de nuvem pública e privada, mídia social, a multiplicação de softwares como serviço e Big Data são tendências onde o firewall não pode se tornar um gargalo. O novo FortiGate-5144C é um indicativo de uma grande mudança de centro de dados, e está de fato à frente dessas tendências, servindo de catalisador que acelera essa expansão.

A arquitetura do novo chassi baseado no desempenho não funciona sozinho. O blade de quinta geração de segurança FortiGate-5001D, construído sobre a mais recente ASIC NP6 é o coração desta próxima solução de centro de dados. Isso significa que a maior parte da rede é descarregada com um chipset e política de firewall de aplicação especializada está desimpedida para proporcionar o máximo desempenho.

Juntamente com o novo chassis FG-5144C e lâminas de segurança FG-5001D - duas novas lâminas de controlador Ethernet entregam portas 40GbE (FCTL-5903C) e 100 GbE (FCTL-5913C), respectivamente. Cada componente foi concebido não só para abordar o desempenho, mas a escalabilidade, flexibilidade e resiliência para os requisitos mais exigentes.

As organizações precisam garantir redes limpas, e não apenas para as suas necessidades de dados atuais, mas para a expansão inevitável que terá de realizar em um futuro não muito distante.

Este é um marco na indústria de segurança. Fortinet tem o prazer de liderar a tarefa com a plataforma da série FortiGate 1Tbps 5000.

Fonte: blog.fortinet.com

Compre produtos Fortinet pelo telefone: (11) 4452-6450 ou e-mail: comercial@danresa.com.br Compre produtos Fortinet pelo telefone: (11) 4452-6450 ou e-mail: comercial@danresa.com.br

DANRESA lança novo site de produtos FortiMail

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A DANRESA Consultoria de Informática, lançou no início de julho de 2014 mais um site na área de segurança da informação, o DANRESA FortiMail (www.danresa.com.br/fortimail), onde apresenta os appliances de segurança de e-mail FortiMail da fabricante Fortinet, líder mundial em appliances UTM.

Os visitantes do site podem acessar as seguintes informações:

  • detalhes técnicos e imagens de todos os modelos FortiMail;
  • demonstração e imagens do software;
  • opções de implantação;
  • características e benefícios;
  • sobre outros produtos Fortinet;
  • acesso ao Blog DANRESA Fortinet;
  • contato para aquisição, implantação e suporte dos aparelhos.

A DANRESA é uma empresa de Consultoria em Informática que se destaca por apoiar a evolução tecnológica de seus clientes, atuando de forma integrada, desenvolvendo soluções completas com serviços e produtos para empresas em todo o Brasil.

Com o novo site, a DANRESA pretende ampliar ainda mais o seu leque de clientes em todo o Brasil no que tange à segurança de e-mail. Pretende repetir o sucesso que vem tendo com o site DANRESA Fortinet (www.danresa.com.br/fortinet) onde apresenta todos os produtos de segurança de rede da  Fortinet: FortiGate, FortiWifi, FortiManager, FortiAp, FortiAnalyzer, etc.

Como representantes da Fortinet no Brasil, a DANRESA  está capacitada a fornecer todo o suporte necessário para o andamento de testes de avaliação e implantação efetiva, conquistando as vantagens e benefícios que os appliances UTM Fortinet oferecem.

A DANRESA comercializa os produtos Fortinet através da instalação de appliances perfeitamente customizados para o ambiente dos clientes, na forma de comodato com suporte e manutenção por todo o período contratado. Além disto, como revenda Fortinet, consegue preços diferenciados, além da facilidade de pagamento em reais no Brasil, contribuindo para a implantação desta importante ferramenta à custos mais competitivos.

O visitante que desejar fazer pedidos dos produtos Fortinet poderá ligar no telefone (11) 4452-6450 ou e-mail: comercial@danresa.com.br.

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Fortinet ® ganha Avaliação ADVANCED+ da AV-Comparatives

fonte: http://www.segs.com.br

Solução de segurança endpoint ganha prêmio com base na detecção de softwares maliciosos e baixa taxa de falsos positivos

 A Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder mundial em segurança de rede de alto desempenho – anunciou que a empresa foi classificada como ADVANCED+ no teste de detecção de softwares maliciosos da AV-Comparatives, ganhando uma pontuação de 99,2% (em um total de 100%).
A equipe do AV-Comparatives testou as capacidades do antivírus Fortinet para detecção de malware e de falsos positivos juntamente com outras 20 soluções endpoint de segurança de vários países. Os participantes foram premiados de acordo com as classificações Advanced+, Advanced e Standard.  Os vencedores da categoria Standard foram considerados bons produtos que alcançaram uma pontuação boa/regular; vencedores Advanced foram considerados “muito bons” e os vencedores Advanced + atingiram uma pontuação “excelente”.
A tecnologia antivirus Fortinet é parte do conjunto de serviços de segurança desenvolvido pela  equipe de pesquisa da FortiGuard Labs que oferece avançada proteção  contra ameaças de malware para uma ampla gama de produtos da Fortinet, incluindo FortiGate ®, ™ FortiWeb™, FortiMail®, FortiCarrier ™, FortiCache ™ e produtos FortiClient®.
“Estamos muito satisfeitos em saber que a tecnologia antivírus da Fortinet foi reconhecida por uma organização tão bem conceituada”, disse Patrick Bedwell, vice-presidente de marketing de produtos da Fortinet . “A AV-Comparatives confirmou o compromisso da nossa equipe de pesquisa FortiGuard, que é proporcionar aos nossos clientes uma tecnologia de ponta que ajuda a protegê-los das mais avançadas e persistentes ameaças de rede. Juntamente com as melhorias no FortiOS 5.0 e no FortiClient 5.0 anunciadas na semana passada, esta classificação demonstra o nosso foco contínuo em oferecer as soluções mais inovadoras para atender às preocupações de nossos clientes”.
Fortinet FortiGate

Para CIOs, nuvem é atraente mas telecom inibe adoção no Brasil

Executivos que participam da IT Leaders Conference 2012 disseram que já percebem os ganhos do modelo, embora reconheçam que os contratos precisam de ajuste fino.

Edileuza Soares

A nuvem é considerada atrativa para CIOs que estão participando da IT Leaders 2012 Conference pela sua flexibilidade e possibilidade de contratação rápida dos recursos de TI. Entretanto, alguns apontam que problemas com a infraestrutura de telecomunicações são uma barreira para acelera a adesão desse modelo no País.

Os executivos tiveram oportunidade de discutir o tema durante um debate realizado na tarde desta quarta-feira (23/05) sobre “Technology Upadate”, comandado pelo analista da IDC, Anderson Figueiredo, que apresentou o cenário do Brasil nesse movimento e fez comparações sobre o jeito das empresas do país de contratar aplicações em nuvem. As soluções mais procuradas são software.

“Fomos para nuvem e estamos trazendo nossa aplicação para casa por causa de lentidão na conectividade”, revela Aníbal Mendes, CIO da Scopel Desenvolvimento. A sua companhia colocou há um ano e meio na cloud duas aplicações: RH e gerenciamento de projeto.

Agora a Scopel está tirando da nuvem apenas a aplicação de gerenciamento de projeto. “Tivemos benefícios com a nuvem. O maior deles foi a implementação do software em apenas 90 dias”, contabiliza Mendes, lamentando as dificuldades que o Brasil enfrenta com conectividade em algumas regiões.

O CIO da Tavex, Alberto Henry Riff, avaliou a migração do e-mail de 1,8 mil usuários para a nuvem, mas decidiu manter a aplicação dentro de casa por causa dos custos dos links de telecomunicações.

“Os preços que nossas filiais do México, Espanha e Marrocos pagam pela conectividade são muito mais baixos que os praticados no Brasil”, reclama o executivo, que apontando ainda a limitação das taxas de velocidade do País, também menor do que as contratadas pela companhia em outros mercados.

Riff observa que os grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiros estão bem atendidos de infraestrutura de comunicações, mas que em outras regiões o serviço é ainda é precário, o que encarece os custos.

Cuidados para não perder o trem

Figueiredo concorda que a infraestrutura de telecomunicações no Brasil é uma barreira para o avanço de cloud computing, mas ele acredita que esse cenário deverá mudar com Copa do Mundo e Olimpíadas. Esses grandes eventos vão obrigar o País a ampliar os serviços de comunicações.

“Telecomunicações é um problema verdadeiro para nuvem, mas os CIOs precisam tomar cuidado para não transformar esse argumento em um amuleto”, adverte o analista da IDC, afirmando que as empresas não terão como ficar de fora dessa tendência, que não é mais modismo.

Na avaliação do analista, o Brasil já passou da fase de educação sobre cloud. “Os CIOs brasileiros estão comprando cloud e entendem o conceito. Mas eles têm dificuldades para justificar os custos desse serviço para as áreas de negócios”, constata Figueiredo. Isso ocorre, segundo ele, em razão de os provedores ainda não conseguirem mostrar com exatidão o ROI (retorno do investimento) da nuvem aos compradores.

Figueiredo diz que os contratos ainda precisam de ajuste fino, etapa que já foi vencida em mercado onde cloud computing está mais madura como é o caso dos Estados Unidos.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/especiais/2012/05/24/para-cios-nuvem-e-atraente-mas-telecom-inibe-adocao-no-brasil/

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Cloud computing: evolução em 2012

Computação em nuvem vai mergulhar ainda mais fundo nas empresas com nuvens híbridas, clientes virtualizados e normas de segurança no topo das tendências

A computação em nuvem já se tornou amplamente aceita que não irá se classificar como um desenvolvimento interessante em 2012. Em vez disso, você verá uma aplicação mais organizada, aplicações de recursos para que a nuvem continue a ser usada em conjunto com as centrais de TI. Vamos dar uma olhada em que podemos esperar de cloud computing durante o próximo ano.

1. 2012: o ano da nuvem híbrida
A expressão mais evidente da tendência é o sério interesse em nuvem privada, onde cada vez mais o data center da empresa é dedicado a operações virtualizadas e automatizadas, incluindo o usuário final. Por quê? Porque a nuvem pública, se ainda não totalmente confiável, entende-se como um jogador de longo prazo. A movimentação para a computação em nuvem interna não está em oposição à nuvem pública. Pelo contrário, ela reflete o crescente senso dentro da TI de que seu próprio ambiente terá de ser o mais eficiente e compatível possível.

Iniciativas de cloud VMware seriam vacilantes se a virtualização tivesse parado na beira do servidor virtualizado. A gestão destes recursos é um passo gigantesco em direção à computação em nuvem interna.

2. Desenvolvimento
Falando de Cloud Foundry, a incomum iniciativa open source (incomum para VMware), lançada em abril passado, deu frutos incomum. Há uma crescente compreensão de que as aplicações em nuvem vão ser diferentes; que o desenvolvimento ágil nunca chegará próximo dos “devops”. Ambas as realizações foram atrás de Cloud Foundry, nomeada a melhor plataforma de desenvolvedor geral em uma recente pesquisa feita por programadores da Evans Data. Venceu o Microsoft Azure e Smart Cloud da IBM, ambos bem provisionados com ferramentas de desenvolvimento, assim como o Google App Engine com seus Gadgets.
Por que Cloud Foundry ganhou? Bem, eu acho que o Evans Data apela para programadores independentes, aqueles que são usuários menos frequentes da IBM Rational ou das ferramentas Visual Studio, da Microsoft (embora haja uma abundância de programadores da empresa usando Cloud Foundry).

Além disso, a VMware está escrupulosamente cultivando um ambiente aberto, onde todos são bem-vindos. Cloud Foundry é uma plataforma para projetos Spring Framework, feito por desenvolvedor Java. A plataforma Foundry apoiará linguagens dinâmicas como PHP e Python. Está se tornando uma das poucas plataformas de desenvolvimento amplamente favoráveis, onde muitos grupos de programação podem encontrar um lar.

3. Finalmente, os clientes virtualizados
Maior do que o desenvolvimento, no entanto, é a busca por clientes virtualizados. Até agora, a história de sucesso tem sido servidores virtualizados, com a grande massa de clientes confusos e atrasados em relação à tecnologia. Em 2012, este cenário está prestes a mudar. Dizemos que isto iria acontecer no ano passado, certo? Desta vez, é real. Grandes avanços estão sendo feitos para manter os clientes virtualizados seguros, em alguns casos, liderados pelo Citrix Systems. Se desktops virtuais são mais seguros do que os físicos, então uma importante justificativa de custo para a mudança se materializa. Uma interface de usuário virtual que pode mover-se de dispositivo para dispositivo resolve alguns dos conflitos, evitando a transição “trazer-seu-próprio-computador” para trabalhar. Procure os principais fornecedores ATM e Diebold para descrever como o cliente-final está usando as transações virtuais para assegurar suas redes de ATM. Dados pessoais não podem ser roubados (do jeito que estava em supermercados). Se ele funciona em caixas eletrônicos, pode dar certo com os seus clientes-finais.

4. Cloud Security… em profundidade
Em uma conversa, Joe Coyle, CTO da Capgemini, fez uma previsão interessante: “Um modelo de segurança já aceito virá para a nuvem em 2012.” Amazon começou 2011 com uma nova PCI-compliace e disse que transações seguras de cartão de crédito poderiam ser executadas em EC2. Durante o ano, Harris implementou o seu Centro de Integração de Cyber para processamento de dados de cuidados da saúde. Segurança pode ser conseguida na nuvem. “É uma questão de clientes e fornecedores entenderem quem tem quais responsabilidades a cumprir”, disse Coyle. E, em 2012, um modelo de como isso pode ser alcançado será posto em prática.

5. Green Eye Shades ou Shades Of Green?
Construtores de novos datacenters, incluindo Facebook, Google, Amazon e Microsoft vangloriam os novos níveis de eficiência energética que eles conquistaram. Nem todas as aplicações precisam de 300 watts, de alta capacidade, e servidores de alta velocidade por trás delas. Em alguns casos, 15 ou 20 watts serão o suficiente. O uso intenso de dispositivos móveis poderia, em muitos casos, ser servido pela energia eficiente de data centers, talvez preenchido com servidores como um dos que a HP anunciou usando chip da ARM Calxeda. Talvez os servidores de chip Cortex, usando energia 89% a menos que os convencionais, ainda não seriam a melhor plataforma para streaming de vídeo que você quer ver. Mas manteriam sua empresa fora da zona vermelha do alto consumo de energia.

6. Indo para o lado escuro
Em 2012, veremos o primeiro incidente em que um hacker ficará dentro de uma nuvem pública e produzirá mal e destruição. O invasor parece entender sua infraestrutura, as suas medidas de proteção e por um tempo vai desafiá-las. O CIO Jerry Johnson contou de como um hacker (invasor não identificado, mas possivelmente um chinês) entrou no Pacific Northwest National Lab, é muito interessante uma história me permitir acreditar que a nuvem pública tem melhores defesas. Nesta fase da computação em nuvem, muitas portas estão abrindo e fechando constantemente para a nuvem pública. A defesa é necessária e está vindo, mas não é suficiente para evitar um incidente.

fonte: informationweek.itweb.com.br

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