Primeiro firewall de 1 Terabit por segundo é da Fortinet

A Fortinet anuncia a disponibilidade do primeiro firewall para cruzar o limiar de 1 terabit por segundo. Isso é 1 trilhão de bits, ou 1 com 12 zeros depois dele (1.000.000.000.000). Mas por que é necessário agora e por que é importante?

A forma como fazemos negócios mudou e o cenário de ameaças junto com ele. A computação móvel, serviços de nuvem pública e privada, mídia social, a multiplicação de softwares como serviço e Big Data são tendências onde o firewall não pode se tornar um gargalo. O novo FortiGate-5144C é um indicativo de uma grande mudança de centro de dados, e está de fato à frente dessas tendências, servindo de catalisador que acelera essa expansão.

A arquitetura do novo chassi baseado no desempenho não funciona sozinho. O blade de quinta geração de segurança FortiGate-5001D, construído sobre a mais recente ASIC NP6 é o coração desta próxima solução de centro de dados. Isso significa que a maior parte da rede é descarregada com um chipset e política de firewall de aplicação especializada está desimpedida para proporcionar o máximo desempenho.

Juntamente com o novo chassis FG-5144C e lâminas de segurança FG-5001D - duas novas lâminas de controlador Ethernet entregam portas 40GbE (FCTL-5903C) e 100 GbE (FCTL-5913C), respectivamente. Cada componente foi concebido não só para abordar o desempenho, mas a escalabilidade, flexibilidade e resiliência para os requisitos mais exigentes.

As organizações precisam garantir redes limpas, e não apenas para as suas necessidades de dados atuais, mas para a expansão inevitável que terá de realizar em um futuro não muito distante.

Este é um marco na indústria de segurança. Fortinet tem o prazer de liderar a tarefa com a plataforma da série FortiGate 1Tbps 5000.

Fonte: blog.fortinet.com

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Fortinet® lança a segunda geração do FortiASIC-SoC2

Novo sistema oferece alto desempenho e poder de processamento de alto custo-benefício para appliances FortiGate
A Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder mundial em segurança de rede de alto desempenho – lança a segunda geração do FortiASIC -SoC2. O upgrade irá proporcionar uma sensível melhora de desempenho de segurança de redes aceleradas por hardware para appliances da suíte FortiGate. A arquitetura SoC combina o poder do processamento para uso geral e a tecnologia personalizada ASIC em um único chip, simplificando o design do aparelho e ao mesmo tempo oferecendo um desempenho líder da indústria. O FortiASIC-SoC2 é o primeiro de uma série de FortiASICs personalizados que a Fortinet pretende lançar nos próximos meses, oferecendo um desempenho de segurança para a classe empresarial com design mais simples para redes menores.
O FortiASIC -SoC2 fornece mais que o dobro da capacidade de processamento geral de seu antecessor, o FortiASIC -SoC, que a Fortinet lançou com a família de produtos FortiGate e FortiWiFi em 2010 -. Os avanços arquitetônicos do FortiASIC-SoC2 incluem 109 milhões de transistores e o uso de tecnologias mais avançadas de semicondutores, além do design simplificado. Este novo pacote FortiASIC permite appliances desktop em altos níveis de IPSec, além da aceleração SSL de hardware para otimização de proteção e desempenho.
“Nossa equipe de engenharia ASIC se baseou nos sucessos anteriores para desenvolver um desempenho inovador com sistemas Fortinet“, diz Michael Xie, fundador, CTO e vice-presidente de engenharia da Fortinet. “Ao aumentar a capacidade de processamento, potencializar a tecnologia de integração do nosso processador de rede (NP) e do processador de conteúdo (CP) FortiASICs, antecipamos que o FortiASIC-SoC2 oferecerá grandes avanços na função e no desempenho, com uma melhora de mais de 10 vezes na transferência da criptografia. Estamos ansiosos para a implementação desse novo FortiASIC nos modelos de próxima geração do FortiGate e outros produtos Fortinet“.
O FortiASIC-SoC2 já está sendo projetado nos novos appliances Fortinet.
SIte de Produtos Fortinet

Fortinet ® ganha Avaliação ADVANCED+ da AV-Comparatives

fonte: http://www.segs.com.br

Solução de segurança endpoint ganha prêmio com base na detecção de softwares maliciosos e baixa taxa de falsos positivos

 A Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder mundial em segurança de rede de alto desempenho – anunciou que a empresa foi classificada como ADVANCED+ no teste de detecção de softwares maliciosos da AV-Comparatives, ganhando uma pontuação de 99,2% (em um total de 100%).
A equipe do AV-Comparatives testou as capacidades do antivírus Fortinet para detecção de malware e de falsos positivos juntamente com outras 20 soluções endpoint de segurança de vários países. Os participantes foram premiados de acordo com as classificações Advanced+, Advanced e Standard.  Os vencedores da categoria Standard foram considerados bons produtos que alcançaram uma pontuação boa/regular; vencedores Advanced foram considerados “muito bons” e os vencedores Advanced + atingiram uma pontuação “excelente”.
A tecnologia antivirus Fortinet é parte do conjunto de serviços de segurança desenvolvido pela  equipe de pesquisa da FortiGuard Labs que oferece avançada proteção  contra ameaças de malware para uma ampla gama de produtos da Fortinet, incluindo FortiGate ®, ™ FortiWeb™, FortiMail®, FortiCarrier ™, FortiCache ™ e produtos FortiClient®.
“Estamos muito satisfeitos em saber que a tecnologia antivírus da Fortinet foi reconhecida por uma organização tão bem conceituada”, disse Patrick Bedwell, vice-presidente de marketing de produtos da Fortinet . “A AV-Comparatives confirmou o compromisso da nossa equipe de pesquisa FortiGuard, que é proporcionar aos nossos clientes uma tecnologia de ponta que ajuda a protegê-los das mais avançadas e persistentes ameaças de rede. Juntamente com as melhorias no FortiOS 5.0 e no FortiClient 5.0 anunciadas na semana passada, esta classificação demonstra o nosso foco contínuo em oferecer as soluções mais inovadoras para atender às preocupações de nossos clientes”.
Fortinet FortiGate

Para CIOs, nuvem é atraente mas telecom inibe adoção no Brasil

Executivos que participam da IT Leaders Conference 2012 disseram que já percebem os ganhos do modelo, embora reconheçam que os contratos precisam de ajuste fino.

Edileuza Soares

A nuvem é considerada atrativa para CIOs que estão participando da IT Leaders 2012 Conference pela sua flexibilidade e possibilidade de contratação rápida dos recursos de TI. Entretanto, alguns apontam que problemas com a infraestrutura de telecomunicações são uma barreira para acelera a adesão desse modelo no País.

Os executivos tiveram oportunidade de discutir o tema durante um debate realizado na tarde desta quarta-feira (23/05) sobre “Technology Upadate”, comandado pelo analista da IDC, Anderson Figueiredo, que apresentou o cenário do Brasil nesse movimento e fez comparações sobre o jeito das empresas do país de contratar aplicações em nuvem. As soluções mais procuradas são software.

“Fomos para nuvem e estamos trazendo nossa aplicação para casa por causa de lentidão na conectividade”, revela Aníbal Mendes, CIO da Scopel Desenvolvimento. A sua companhia colocou há um ano e meio na cloud duas aplicações: RH e gerenciamento de projeto.

Agora a Scopel está tirando da nuvem apenas a aplicação de gerenciamento de projeto. “Tivemos benefícios com a nuvem. O maior deles foi a implementação do software em apenas 90 dias”, contabiliza Mendes, lamentando as dificuldades que o Brasil enfrenta com conectividade em algumas regiões.

O CIO da Tavex, Alberto Henry Riff, avaliou a migração do e-mail de 1,8 mil usuários para a nuvem, mas decidiu manter a aplicação dentro de casa por causa dos custos dos links de telecomunicações.

“Os preços que nossas filiais do México, Espanha e Marrocos pagam pela conectividade são muito mais baixos que os praticados no Brasil”, reclama o executivo, que apontando ainda a limitação das taxas de velocidade do País, também menor do que as contratadas pela companhia em outros mercados.

Riff observa que os grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiros estão bem atendidos de infraestrutura de comunicações, mas que em outras regiões o serviço é ainda é precário, o que encarece os custos.

Cuidados para não perder o trem

Figueiredo concorda que a infraestrutura de telecomunicações no Brasil é uma barreira para o avanço de cloud computing, mas ele acredita que esse cenário deverá mudar com Copa do Mundo e Olimpíadas. Esses grandes eventos vão obrigar o País a ampliar os serviços de comunicações.

“Telecomunicações é um problema verdadeiro para nuvem, mas os CIOs precisam tomar cuidado para não transformar esse argumento em um amuleto”, adverte o analista da IDC, afirmando que as empresas não terão como ficar de fora dessa tendência, que não é mais modismo.

Na avaliação do analista, o Brasil já passou da fase de educação sobre cloud. “Os CIOs brasileiros estão comprando cloud e entendem o conceito. Mas eles têm dificuldades para justificar os custos desse serviço para as áreas de negócios”, constata Figueiredo. Isso ocorre, segundo ele, em razão de os provedores ainda não conseguirem mostrar com exatidão o ROI (retorno do investimento) da nuvem aos compradores.

Figueiredo diz que os contratos ainda precisam de ajuste fino, etapa que já foi vencida em mercado onde cloud computing está mais madura como é o caso dos Estados Unidos.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/especiais/2012/05/24/para-cios-nuvem-e-atraente-mas-telecom-inibe-adocao-no-brasil/

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Seis dicas para estimular a inovação em TI

Consultoria ensina como os CIOs podem eliminar focos contaminadores que brecam as boas ideias e se tornarem inspiradores dessa cultura na empresa.

Edileuza Soares

Saber como colocar a inovação em prática e eliminar os fatores que impedem que essa cultura se espalhe pelo departamento de TI e para outras áreas da empresa. Esse foi o desafio colocado para os CIOs no primeiro dia da IT Leaders Conference 2012, que abriu ontem (23/05) e se estende até domingo, em Arraial D`Ajuda, na cidade de Porto Seguro (BA), promovida pela Computerworld.

Em um workshop conduzido por Christina Luna, consultora da Eagle Fligth, empresa canadense de treinamento e desenvolvimento de programas para mudanças, os CIOs tiveram oportunidade de avaliar o quanto estão próximos ou distante da inovação.

Por meio de jogos que obrigaram os executivos a colocar sua criatividade em prática, Christina mostrou que a inovação é um efeito multiplicador que traz resultados para a companhia e que a TI tem de buscá-la o tempo todo.

“Inovar é descobrir novas abordagens para uma situação que já existe. É tornar algo melhor, fazendo diferente”, define a consultora. Ela chama atenção de que para desenvolver a inovação não basta apenas acordar com uma boa ideia e ter boas ferramentas nas mãos.

O CIO tem de saber como criar um ambiente adequado para incentivar sua equipe a ter a cultura de inovação e espalhá-la pelo seu departamento e companhia para trazer resultados aos negócios. A consultora sintetiza que inovação é um feito multiplicador de resultados e quanto mais a TI praticá-la, mais dinheiro e riqueza poderá trazer para a organização.

Contaminadores da inovação

A consultora da Eagle Flight avalia que a TI é muito amarrada a processos e recomenda que o CIO saia da caixa, ou seja, de seu mundo pensante para inspirar outras pessoas na geração de ideias. Ela lembra que inovação é apenas 10% inspiração e os que os outros 90% são transpiração, sinanlizando que é preciso arregaças as mangas e trabalhar.

O CIO é chamado para liderar projetos de inovação e ele tem que desenvolver competência para lidar com esse tema. “Se a inovação não é a sua missão, ele ficará atendendo apenas aos requisitos operacionais”, adverte Christina.

Christina enumera cinco contaminadores da inovação que precisam ser vencidos pelos gestores de TI. São eles: crítica às novas ideias; medo de falhar; adoção de metodologia antiga; ideias preconcebidas e apatia ao novo.

Ela considera que a geração Y pode ser uma aliada nos processos de inovação, pois é cheia de ideias que podem ser aproveitadas. Mas os CIOs têm de saber como conduzir esses jovens, sem tentar moldá-los para não bloquear a criatividade deles.

Visão dos CIOs

CIOs reconhecem que por serem orientados a processos, às vezes têm dificuldade para colocar a criatividade em prática e buscar instrumentos para estimular sua equipe na geração de novas ideias.

“Acho que os contaminadores da inovação somos nós mesmos”, diz o CIO Jens Hoffmann, da ZF do Brasil, admitindo que precisa encontrar equilíbrio entre criatividade e assuntos do dia a dia. O lado bom, segundo ele, é que nem sempre inovar significa fazer novos investimentos.

Na avaliação de Fernando Birman, CIO da Rhodia, a TI ainda tem dificuldade em lidar com a inovação porque fica imersa tentando apagar os incêndios do dia a dia. “O desafio é ser flexível, zelar pela segurança da empresa e não matar as boas ideias da equipe”, diz.

“Hoje o CIO tem o papel de trazer soluções e inovações para contribuir com os resultados da empresa”, afirma Marcos Roberto Pasin, CIO da BN Construções. Ele reconhece que o gestor dos novos tempos tem que ser menos técnico e mais antenado aos negócios para transformar a TI de centro de custos em área de inovação.

Luiz Felipe, Fuhrmeister, CIO da Santa Casa de Porto Alegre, conta que a TI se esforça para praticar a inovação, mas se esbarra muito no que a consultora Christina chama de ideias preconcebidas. “É difícil convencer as pessoas a mudarem. Como vou convencer alguém que está próximo de se aposentar a fazer diferente algo fez a vida inteira de determinado jeito?”, questiona.

Confira a seguir sete dicas da Eagle Flight para estimular inovação:

1- Escolha algo que você queira mudar ou melhorar na sua empresa e defina o benefício real da transformação

2- Use a técnica de geração de ideias com sua equipe, fazendo brainstoring

3- Identifique prós e contras sobre as novas ideias

4- Resolva os contras

5- Eleja um padrinho/mentor para monitorar o processo de mudança escolhido

6- Crie um plano de ação. Distribua as tarefas, identifique os recursos necessários e estabelece prazos para o eu processo de mudança.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/especiais/2012/05/24/seis-dicas-para-estimular-a-inovacao-em-ti/

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Cloud computing: evolução em 2012

Computação em nuvem vai mergulhar ainda mais fundo nas empresas com nuvens híbridas, clientes virtualizados e normas de segurança no topo das tendências

A computação em nuvem já se tornou amplamente aceita que não irá se classificar como um desenvolvimento interessante em 2012. Em vez disso, você verá uma aplicação mais organizada, aplicações de recursos para que a nuvem continue a ser usada em conjunto com as centrais de TI. Vamos dar uma olhada em que podemos esperar de cloud computing durante o próximo ano.

1. 2012: o ano da nuvem híbrida
A expressão mais evidente da tendência é o sério interesse em nuvem privada, onde cada vez mais o data center da empresa é dedicado a operações virtualizadas e automatizadas, incluindo o usuário final. Por quê? Porque a nuvem pública, se ainda não totalmente confiável, entende-se como um jogador de longo prazo. A movimentação para a computação em nuvem interna não está em oposição à nuvem pública. Pelo contrário, ela reflete o crescente senso dentro da TI de que seu próprio ambiente terá de ser o mais eficiente e compatível possível.

Iniciativas de cloud VMware seriam vacilantes se a virtualização tivesse parado na beira do servidor virtualizado. A gestão destes recursos é um passo gigantesco em direção à computação em nuvem interna.

2. Desenvolvimento
Falando de Cloud Foundry, a incomum iniciativa open source (incomum para VMware), lançada em abril passado, deu frutos incomum. Há uma crescente compreensão de que as aplicações em nuvem vão ser diferentes; que o desenvolvimento ágil nunca chegará próximo dos “devops”. Ambas as realizações foram atrás de Cloud Foundry, nomeada a melhor plataforma de desenvolvedor geral em uma recente pesquisa feita por programadores da Evans Data. Venceu o Microsoft Azure e Smart Cloud da IBM, ambos bem provisionados com ferramentas de desenvolvimento, assim como o Google App Engine com seus Gadgets.
Por que Cloud Foundry ganhou? Bem, eu acho que o Evans Data apela para programadores independentes, aqueles que são usuários menos frequentes da IBM Rational ou das ferramentas Visual Studio, da Microsoft (embora haja uma abundância de programadores da empresa usando Cloud Foundry).

Além disso, a VMware está escrupulosamente cultivando um ambiente aberto, onde todos são bem-vindos. Cloud Foundry é uma plataforma para projetos Spring Framework, feito por desenvolvedor Java. A plataforma Foundry apoiará linguagens dinâmicas como PHP e Python. Está se tornando uma das poucas plataformas de desenvolvimento amplamente favoráveis, onde muitos grupos de programação podem encontrar um lar.

3. Finalmente, os clientes virtualizados
Maior do que o desenvolvimento, no entanto, é a busca por clientes virtualizados. Até agora, a história de sucesso tem sido servidores virtualizados, com a grande massa de clientes confusos e atrasados em relação à tecnologia. Em 2012, este cenário está prestes a mudar. Dizemos que isto iria acontecer no ano passado, certo? Desta vez, é real. Grandes avanços estão sendo feitos para manter os clientes virtualizados seguros, em alguns casos, liderados pelo Citrix Systems. Se desktops virtuais são mais seguros do que os físicos, então uma importante justificativa de custo para a mudança se materializa. Uma interface de usuário virtual que pode mover-se de dispositivo para dispositivo resolve alguns dos conflitos, evitando a transição “trazer-seu-próprio-computador” para trabalhar. Procure os principais fornecedores ATM e Diebold para descrever como o cliente-final está usando as transações virtuais para assegurar suas redes de ATM. Dados pessoais não podem ser roubados (do jeito que estava em supermercados). Se ele funciona em caixas eletrônicos, pode dar certo com os seus clientes-finais.

4. Cloud Security… em profundidade
Em uma conversa, Joe Coyle, CTO da Capgemini, fez uma previsão interessante: “Um modelo de segurança já aceito virá para a nuvem em 2012.” Amazon começou 2011 com uma nova PCI-compliace e disse que transações seguras de cartão de crédito poderiam ser executadas em EC2. Durante o ano, Harris implementou o seu Centro de Integração de Cyber para processamento de dados de cuidados da saúde. Segurança pode ser conseguida na nuvem. “É uma questão de clientes e fornecedores entenderem quem tem quais responsabilidades a cumprir”, disse Coyle. E, em 2012, um modelo de como isso pode ser alcançado será posto em prática.

5. Green Eye Shades ou Shades Of Green?
Construtores de novos datacenters, incluindo Facebook, Google, Amazon e Microsoft vangloriam os novos níveis de eficiência energética que eles conquistaram. Nem todas as aplicações precisam de 300 watts, de alta capacidade, e servidores de alta velocidade por trás delas. Em alguns casos, 15 ou 20 watts serão o suficiente. O uso intenso de dispositivos móveis poderia, em muitos casos, ser servido pela energia eficiente de data centers, talvez preenchido com servidores como um dos que a HP anunciou usando chip da ARM Calxeda. Talvez os servidores de chip Cortex, usando energia 89% a menos que os convencionais, ainda não seriam a melhor plataforma para streaming de vídeo que você quer ver. Mas manteriam sua empresa fora da zona vermelha do alto consumo de energia.

6. Indo para o lado escuro
Em 2012, veremos o primeiro incidente em que um hacker ficará dentro de uma nuvem pública e produzirá mal e destruição. O invasor parece entender sua infraestrutura, as suas medidas de proteção e por um tempo vai desafiá-las. O CIO Jerry Johnson contou de como um hacker (invasor não identificado, mas possivelmente um chinês) entrou no Pacific Northwest National Lab, é muito interessante uma história me permitir acreditar que a nuvem pública tem melhores defesas. Nesta fase da computação em nuvem, muitas portas estão abrindo e fechando constantemente para a nuvem pública. A defesa é necessária e está vindo, mas não é suficiente para evitar um incidente.

fonte: informationweek.itweb.com.br

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Seis funções de TI que serão muito bem remuneradas em 2012

Em todo o país, e no exterior, com exceção dos países europeus, as companhias estão competindo por talentos em TI.

Meridith Levinson, CIO/EUA

Apesar das previsões sinistras sobre como a computação em nuvem vai reduzir os departamentos de TI, 2012 pode vir a ser um grande ano para alguns profissionais. O próprio modelo de cloud computing criou novas funções para profissionais de TI, e a proliferação de smartphones e tablets despertou demanda por desenvolvedores de software. O mercado de trabalho de TI, que experimentou uma forte recuperação em 2011, após a recessão, deve ser ainda mais brilhante em 2012, apesar dos desafios econômicos globais. Especialmente no Brasil, onde os profissionais mais qualificados já têm salários acima da média mundial para as respectivas funções.

Quer mais uma boa notícia? Em todo o país, e no exterior, com exceção dos países europeus, as companhias estão competindo por talentos em TI. Aqui estão as seis empregos de TI que os especialistas dizem que terão maior demanda e os melhores salários em 2012. A melhor parte: muitos desses trabalhos também são divertidos, sério.

1. Desenvolvedores de aplicativos móveis

Profissionais de TI que possam desenvolver aplicações para dispositivos móveis são commodity em TI hoje em dia. Especialistas em RH concordam que este grupo irá permanecer nesta posição invejável até 2013, como as empresas correndo para adaptar os seus sites e aplicativos para smartphones e tablets.

A demanda por desenvolvedores de aplicativos móveis é óbvia na Dice.com, onde anúncios de emprego para Android e iPhone cresceram 129% e 190%, respectivamente, em relação a 2010. Nos Estados Unidos, um desenvolvedor Android pode exigir entre 70 dólares por hora a 100 dólares por hora em um contrato.

2. Os desenvolvedores de software

Desenvolvedores de aplicativos baseados em PC não devem se sentir desprezados por seus colegas móveis. As empresas precisam de sua quota de Java,. NET, C #, SharePoint, e desenvolvedores web. Java continua sendo uma plataforma quente, por ser aberta, falar com qualquer sistema de back-end, e ser usada em grandes organizações para transferir dados de sistemas legados. Conseqüentemente, a faixa salarial para os desenvolvedores Java nos Estados Unidos parte de 60 mil dólares por ano até 150 mil dóalres por ano, dependendo da experiência. A taxa média dos contratos para os desenvolvedores Java é de 90 dólares por hora. Salários-base para os desenvolvedores Web variam de 61 mil dólares por ano a 99 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

3. Designers de UE

Como muitas das empresas estão desenvolvendo aplicativos-se para PCs ou dispositivos móveis, voltados para o cliente, precisam de interfaces com usuário ou designers de UE (User Experience) para garantir aplicações intuitivas e divertidas de usar. A Robert Half afirma que os salários iniciais para os designers de UE vão subir 6,7% em 2012.

4. Profissionais de TI Segurança

Como as ameaças à segurança da informácão e as crescentes violações de dados, as organizações precisam de profissionais de TI que possam afastar ataques de malware e ladrões cibernéticos. A oferta de anúncios de emprego na Dice.com para vários tipos de profissionais de “cibersegurança” aumentaram 141% em 2011 sobre o ano anterior.

Organizações que começam a migrar para o modelo de computação em nuvem também estão estimulando a demanda por profissionais de segurança de infraestrutura, diz Prescient Solutions ‘Irvine. “Ao colocarem aplicativos na nuvem, as empresas têm mais caminhos na Internet”, diz ele. “Eles têm que ter um ambiente mais seguro para controlar entradas e saídas de um ambiente para o outro.”

A Robert Half projeta aumentos de 6% nos salários-base para os analistas de segurança de dados.

5. Arquitetos de Data Warehouse, analistas e desenvolvedores

O desejo das empresas para extrair percepções dos petabytes de dados em seus sistemas de back office impulsionam a demanda por arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores. As empresas farão um grande esforço em 2012 para limpar e organizar seus dados para que possam fazer melhor uso deles.

A Robert Half espera que os salários-base para os analistas de data warehouse subam 6,7%, podendo atingir o patamar de 119 mil dólares por ano em 2012. Já os salários dos desenvolvedores de data warehouse poderão ter contratos com taxas variando de 65 dólares a 85 dólares por hora. Arquitetos de data warehouse podem ganhar 160 mildólares por ano ou 80 dólares (ou mais, dependendo da experiência) por hora em contrato.

6. Profissionais de infraestrutura

Computação em nuvem não vai eliminar empregos em infraestrutura. Agora e em 2012, as migrações para cloud computing e Windows 7 migrações aquecem a demanda por engenheiros de rede e administradores de sistemas.

As empresas estão procurando profissionais de TI que possam configurar e gerenciar servidores virtuais e ambientes virtuais de armazenamento, que possam identificar quais aplicações são as mais utilizadas, e que sabem como realocar armazenamento em disco rígido entre as várias aplicações.

Engenheiros de rede devem ver os seus salários subirem 5,8% devido ao aumento da demanda em 2012, para uma faixa de 75 mil dólarea a 108 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2011/12/09/seis-funcoes-de-ti-serao-muito-bem-remuneradas-em-2012/

Falta de especialização é conflito na área de TI

A falta de pessoal especializado para trabalhar na área de tecnologia da informação (TI) tem criado um cenário complexo para as empresas do ramo no Brasil. Enquanto na construção civil o drama envolve basicamente os funcionários à frente das obras propriamente ditas, na área de pesquisa e tecnologia a dificuldade maior é preencher vagas de primeiro escalão, ou seja, de cargos de chefia e liderança aos especializados em desenvolvimento de soluções de alta performance e inovação. 

Para muitas empresas de TI, a questão é ainda mais latente na decisão sobre o que seria menos complicado: capacitar um funcionário com treinamentos, cursos e afins, ou investir na contratação de estrangeiros de alto gabarito, e já formados na área. Em ambos os casos há complicadores: o primeiro envolve a questão financeira, devido ao aumento da concorrência que canibaliza o segmento. Há perigo de, depois de anos de cursos de aperfeiçoamento oferecidos ao contratado pela empresa, ver a expertise proporcionada ao funcionário dobrar o seu “passe” no mercado de TI. Desta maneira, o risco de a contratante perdê-lo para a concorrência é alto. 

Já na outra ponta, mesmo que a crise econômica internacional coloque à disposição para os países emergentes uma grande quantidade de mão de obra qualificada, já que as empresas fora do País têm enxugado seus quadros e uma série de executivos poderiam vir para o Brasil preencher essas lacunas, a burocracia da contratação pode durar de quatro a até seis meses, e se torna mais um empecilho.�
De acordo com Juliana Zuccarello, especialista que atua na área de TI da Havik, consultoria de recrutamento e desenvolvimento de profissionais, uma solução é começar a haver uma repatriação de brasileiros que estão fora do País, e hoje têm toda condição de voltar já que os salários no setor estão inflacionados, por conta da alta demanda. “Então as empresas já pagam aqui valores similares às empresas no exterior.”

Fora isso, a executiva acredita que o mercado deverá ficar mais atento a questões como a da flexibilização de perfil. “Uma questão importante é como olhar para um candidato quase sem experiência, por outro lado com sólida formação acadêmica. É preciso ver se ele tem número grande de cursos, se é fluente em outros idiomas, se tem perfil autodidata e inovador. Isso deve ser relevante.” 

Juliana lembra também que muitas empresas acabam buscando profissionais ainda na faculdade, e acabam por finalizar a capacitação do profissional. Aí entra a questão da retenção do talento. Segundo Cristian Vidigal, sócio diretor da Vertis, especializada em soluções de negócios baseadas em tecnologia de Web, adotar mimos como games, fones modernos e outros aparelhos de ponta pode ser algo atrativo.

“Diferentemente de áreas como a de publicidade, em que as agências colocam salas com mesas de sinuca e criam espaços lúdicos para o pessoal de criação, na área de TI o pessoal está mais interessado mesmo em experimentar novos produtos, aqueles que acabaram de entrar no mercado. Oferecer o que há de mais high- tech é o que deixa qualquer profissional da área com um sorriso no rosto”, brinca Vidigal.

Centros de pesquisa

A competência da mão de obra local e as particularidades do mercado nacional despontam como diferencial para as demais filiais da Avaya, empresa fornecedora de serviços de telefonia integrada. Para Carlos Bertholdi, diretor de Serviços da Avaya Brasil, isso justificaria a escolha da Avaya em adotar a estratégia de centralizar sua produção na China, porém manter centros de desenvolvimento – chamados lab (laboratório, em inglês) – nos demais países onde atua, como no Brasil. 

Na América do Sul, a empresa tem labs também na Argentina. Por aqui, e no território dos hermanos argentinos, a empresa desenvolve softwares para projetos nos setores financeiro e também na área de contact center. Segundo Bertholdi, o centro de desenvolvimento brasileiro da empresa se destacou em 2011 a ponto de exportar seus serviços para o exterior. 

“Existem necessidades de nossos clientes no campo do software, por exemplo, que a operação global da empresa só consegue achar a solução aqui no laboratório brasileiro. Muitos dos problemas que tivemos que resolver no setor bancário daqui, os quais conseguimos atender na maioria, apareceram tempos depois em países da Europa e nos EUA. Como já tínhamos passado por isso, delegaram que o centro brasileiro os resolvesse”, conta. 

O executivo diz, ainda, que o nível de exigência e complexidade do setor financeiro nacional é muito mais alto do que os de outros países. “Apesar de serem conservadores na adoção de novas tecnologias, os bancos de varejo que atuam no Brasil costumam adquirir soluções avançadas e que demandam de muita segurança e escala. Muitas vezes são sistemas e necessidades que encontramos aqui no País primeiro do que em outros mercados”, diz. Por conta disso, construir estratégias que retenham essa mão de obra especializada é uma das metas da Avaya para 2012. 

Parque Tecnológico

Líder mundial em equipamentos e sistemas para armazenamento de dados, presente em mais de 80 países, a subsidiária brasileira da EMC, fundada nos Estados Unidos, lançou há alguns dias a pedra fundamental do centro de pesquisa e desenvolvimento que irá construir no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, na capital fluminense. O presidente da EMC, Carlos Cunha, em evento em São Paulo, explicou que a principal atividade do centro serão a pesquisa e o desenvolvimento aplicados nas áreas para grandes dados (big data) e óleo e gás, e que a empresa deve investir nos próximos cinco anos algo em torno de R$ 100 milhões, em projetos em todo o Brasil. 

Para o diretor de Vvendas da EMC Brasil, Luis Henrique Pessanha, a dificuldade para o setor de TI justamente da questão de mão de obra é alarmante. Para ele, ao montar um centro de pesquisas big data, principalmente de olho no segmento de off shore no Brasil, demonstra como a EMC dá um salto e quão interessada e envolvida está com sua atuação no mercado brasileiro. “Mas realmente a questão de profissionais para o segmento é um assunto que preocupa”, destaca. Ele ressalta que, no Rio, a ideia é investir em tecnologias para armazenar e processar grandes volumes de informações, logo a procura por desenvolvimento de pesquisa e inovação vai ser mais acirrada.

Fonte: http://www.dci.com.br/Falta-de-especializacao-e-conflito-na-area-de-TI-9-401828.html

17 previsões para 2012 em tecnologia

As mudanças trazidas pelos dispositivos móveis e pela computação em nuvem tendem a se acentuar em 2012

São Paulo — Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.

A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais dinheiro que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.

 2 A China ultrapassa o Japão

 Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.

 3 Tablets conquistam as empresas

 Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.

 4 Os aplicativos saem do PC

 O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.

 5 O Kindle Fire ganha espaço

 Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.

 6 O mundo móvel entra em guerra

 Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.

 7 A Microsoft pode comprar a Netflix

 Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.

8 O dinheiro vai para a nuvem

Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.

 9 Os aplicativos também vão à nuvem

 A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.

10 A segurança preocupa

 Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.

 11 O crime cresce

 Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.

 12 A energia encarece os serviços

 Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.

 13 Carros e televisores entram na internet

 O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.

 14 A montanha de dados cresce

 O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.

 15 Big data é desafio

 A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.

 16 A Amazon chega à maioridade

 A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.

 17 A bolha estoura

 Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

Fonte: info.abril.com.br