Cloud computing: evolução em 2012

Computação em nuvem vai mergulhar ainda mais fundo nas empresas com nuvens híbridas, clientes virtualizados e normas de segurança no topo das tendências

A computação em nuvem já se tornou amplamente aceita que não irá se classificar como um desenvolvimento interessante em 2012. Em vez disso, você verá uma aplicação mais organizada, aplicações de recursos para que a nuvem continue a ser usada em conjunto com as centrais de TI. Vamos dar uma olhada em que podemos esperar de cloud computing durante o próximo ano.

1. 2012: o ano da nuvem híbrida
A expressão mais evidente da tendência é o sério interesse em nuvem privada, onde cada vez mais o data center da empresa é dedicado a operações virtualizadas e automatizadas, incluindo o usuário final. Por quê? Porque a nuvem pública, se ainda não totalmente confiável, entende-se como um jogador de longo prazo. A movimentação para a computação em nuvem interna não está em oposição à nuvem pública. Pelo contrário, ela reflete o crescente senso dentro da TI de que seu próprio ambiente terá de ser o mais eficiente e compatível possível.

Iniciativas de cloud VMware seriam vacilantes se a virtualização tivesse parado na beira do servidor virtualizado. A gestão destes recursos é um passo gigantesco em direção à computação em nuvem interna.

2. Desenvolvimento
Falando de Cloud Foundry, a incomum iniciativa open source (incomum para VMware), lançada em abril passado, deu frutos incomum. Há uma crescente compreensão de que as aplicações em nuvem vão ser diferentes; que o desenvolvimento ágil nunca chegará próximo dos “devops”. Ambas as realizações foram atrás de Cloud Foundry, nomeada a melhor plataforma de desenvolvedor geral em uma recente pesquisa feita por programadores da Evans Data. Venceu o Microsoft Azure e Smart Cloud da IBM, ambos bem provisionados com ferramentas de desenvolvimento, assim como o Google App Engine com seus Gadgets.
Por que Cloud Foundry ganhou? Bem, eu acho que o Evans Data apela para programadores independentes, aqueles que são usuários menos frequentes da IBM Rational ou das ferramentas Visual Studio, da Microsoft (embora haja uma abundância de programadores da empresa usando Cloud Foundry).

Além disso, a VMware está escrupulosamente cultivando um ambiente aberto, onde todos são bem-vindos. Cloud Foundry é uma plataforma para projetos Spring Framework, feito por desenvolvedor Java. A plataforma Foundry apoiará linguagens dinâmicas como PHP e Python. Está se tornando uma das poucas plataformas de desenvolvimento amplamente favoráveis, onde muitos grupos de programação podem encontrar um lar.

3. Finalmente, os clientes virtualizados
Maior do que o desenvolvimento, no entanto, é a busca por clientes virtualizados. Até agora, a história de sucesso tem sido servidores virtualizados, com a grande massa de clientes confusos e atrasados em relação à tecnologia. Em 2012, este cenário está prestes a mudar. Dizemos que isto iria acontecer no ano passado, certo? Desta vez, é real. Grandes avanços estão sendo feitos para manter os clientes virtualizados seguros, em alguns casos, liderados pelo Citrix Systems. Se desktops virtuais são mais seguros do que os físicos, então uma importante justificativa de custo para a mudança se materializa. Uma interface de usuário virtual que pode mover-se de dispositivo para dispositivo resolve alguns dos conflitos, evitando a transição “trazer-seu-próprio-computador” para trabalhar. Procure os principais fornecedores ATM e Diebold para descrever como o cliente-final está usando as transações virtuais para assegurar suas redes de ATM. Dados pessoais não podem ser roubados (do jeito que estava em supermercados). Se ele funciona em caixas eletrônicos, pode dar certo com os seus clientes-finais.

4. Cloud Security… em profundidade
Em uma conversa, Joe Coyle, CTO da Capgemini, fez uma previsão interessante: “Um modelo de segurança já aceito virá para a nuvem em 2012.” Amazon começou 2011 com uma nova PCI-compliace e disse que transações seguras de cartão de crédito poderiam ser executadas em EC2. Durante o ano, Harris implementou o seu Centro de Integração de Cyber para processamento de dados de cuidados da saúde. Segurança pode ser conseguida na nuvem. “É uma questão de clientes e fornecedores entenderem quem tem quais responsabilidades a cumprir”, disse Coyle. E, em 2012, um modelo de como isso pode ser alcançado será posto em prática.

5. Green Eye Shades ou Shades Of Green?
Construtores de novos datacenters, incluindo Facebook, Google, Amazon e Microsoft vangloriam os novos níveis de eficiência energética que eles conquistaram. Nem todas as aplicações precisam de 300 watts, de alta capacidade, e servidores de alta velocidade por trás delas. Em alguns casos, 15 ou 20 watts serão o suficiente. O uso intenso de dispositivos móveis poderia, em muitos casos, ser servido pela energia eficiente de data centers, talvez preenchido com servidores como um dos que a HP anunciou usando chip da ARM Calxeda. Talvez os servidores de chip Cortex, usando energia 89% a menos que os convencionais, ainda não seriam a melhor plataforma para streaming de vídeo que você quer ver. Mas manteriam sua empresa fora da zona vermelha do alto consumo de energia.

6. Indo para o lado escuro
Em 2012, veremos o primeiro incidente em que um hacker ficará dentro de uma nuvem pública e produzirá mal e destruição. O invasor parece entender sua infraestrutura, as suas medidas de proteção e por um tempo vai desafiá-las. O CIO Jerry Johnson contou de como um hacker (invasor não identificado, mas possivelmente um chinês) entrou no Pacific Northwest National Lab, é muito interessante uma história me permitir acreditar que a nuvem pública tem melhores defesas. Nesta fase da computação em nuvem, muitas portas estão abrindo e fechando constantemente para a nuvem pública. A defesa é necessária e está vindo, mas não é suficiente para evitar um incidente.

fonte: informationweek.itweb.com.br

********************************************

Logo Danresa

Veja o Case de Sucesso da DANRESA no cliente Eurobrás sobre Virtualização.

 

Veja as 11 notícias de TI mais lidas em 2011

A lista das 11 notícias na área de TI mais lidas em 2011 reúne os processadores da linha Core i7 da Intel, o programador Richard Stallman que considerou “boa” a morte de Steve Jobs e o uso do sensor Kinect para controlar equipamentos eletrônicos por meio de gestos. Veja abaixo estas e outras notícias:

1º- Novo i7 vai matar placa de vídeo, diz Intel –  A Intel apresentou em janeiro, em Las Vegas, novos processadores da linha Core i7 que, na opinião da empresa, dispensam os integradores de montar PCs com placa de vídeo.

2º- Stallman `comemora` morte de Jobs – Um dos principais nomes do software livre do mundo, Richard Stallman se pronunciou sobre a morte de Steve Jobs. E a considerou, de certa maneira, boa.

 3º- Vírus infecta aviões-robôs dos EUA – A área de tecnologia da Força Aérea americana encontrou vírus em vários drones – aviões de guerra que são pilotados por robôs.

 4º- Kinect para Windows será como Minority Report – Com o Kinect para Windows, a Microsoft planeja uma nova geração de PCs controlados por gestos, como a tecnologia exibida no filme Minority Report.

 5º- O futuro incerto do touchscreen – Os donos desses produtos não precisam de muitos motivos para demonstrar as funções superiores de seus aparelhos. A tela sensível ao toque é rápida, é divertida – é o futuro.

6º- Google decide fechar Google Labs – O espaço dedicado à produtos experimentais e serviços customizáveis pelo usuário será extinguido para que a empresa possa focar em “produtos importantes”, diz post em seu blog oficial.

7º- Receita deixa de emitir CPF em cartão – Para ter o número do CPF, basta comparecer às agências do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e dos Correios e apresentar um documento oficial de identidade.

 8º- Antropóloga estuda usabilidade do Ubuntu – Antropóloga ela veio ao Brasil estudar a usabilidade do sistema operacional e conversou com a INFO.

 9º- Câmara aprova desoneração da folha de TI – O objetivo da medida é reduzir custos e aumentar a competitividade da indústria brasileira de TI no mundo, além de reduzir a informalidade.

 10º- Serviço UOL Host fica 72 horas fora do ar – O serviço de computação em nuvem e hospedagem do UOL, o UOL Host, sofreu problemas técnicos em novembro deste ano.

 11º- Orelhões no RJ oferecem Wi-Fi gratuito – A operadora Oi anunciou a instalação de orelhões na cidade do Rio de Janeiro que também oferecem acesso à internet gratuitamente.

fonte: info.abril.com.br/noticias

Seis funções de TI que serão muito bem remuneradas em 2012

Em todo o país, e no exterior, com exceção dos países europeus, as companhias estão competindo por talentos em TI.

Meridith Levinson, CIO/EUA

Apesar das previsões sinistras sobre como a computação em nuvem vai reduzir os departamentos de TI, 2012 pode vir a ser um grande ano para alguns profissionais. O próprio modelo de cloud computing criou novas funções para profissionais de TI, e a proliferação de smartphones e tablets despertou demanda por desenvolvedores de software. O mercado de trabalho de TI, que experimentou uma forte recuperação em 2011, após a recessão, deve ser ainda mais brilhante em 2012, apesar dos desafios econômicos globais. Especialmente no Brasil, onde os profissionais mais qualificados já têm salários acima da média mundial para as respectivas funções.

Quer mais uma boa notícia? Em todo o país, e no exterior, com exceção dos países europeus, as companhias estão competindo por talentos em TI. Aqui estão as seis empregos de TI que os especialistas dizem que terão maior demanda e os melhores salários em 2012. A melhor parte: muitos desses trabalhos também são divertidos, sério.

1. Desenvolvedores de aplicativos móveis

Profissionais de TI que possam desenvolver aplicações para dispositivos móveis são commodity em TI hoje em dia. Especialistas em RH concordam que este grupo irá permanecer nesta posição invejável até 2013, como as empresas correndo para adaptar os seus sites e aplicativos para smartphones e tablets.

A demanda por desenvolvedores de aplicativos móveis é óbvia na Dice.com, onde anúncios de emprego para Android e iPhone cresceram 129% e 190%, respectivamente, em relação a 2010. Nos Estados Unidos, um desenvolvedor Android pode exigir entre 70 dólares por hora a 100 dólares por hora em um contrato.

2. Os desenvolvedores de software

Desenvolvedores de aplicativos baseados em PC não devem se sentir desprezados por seus colegas móveis. As empresas precisam de sua quota de Java,. NET, C #, SharePoint, e desenvolvedores web. Java continua sendo uma plataforma quente, por ser aberta, falar com qualquer sistema de back-end, e ser usada em grandes organizações para transferir dados de sistemas legados. Conseqüentemente, a faixa salarial para os desenvolvedores Java nos Estados Unidos parte de 60 mil dólares por ano até 150 mil dóalres por ano, dependendo da experiência. A taxa média dos contratos para os desenvolvedores Java é de 90 dólares por hora. Salários-base para os desenvolvedores Web variam de 61 mil dólares por ano a 99 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

3. Designers de UE

Como muitas das empresas estão desenvolvendo aplicativos-se para PCs ou dispositivos móveis, voltados para o cliente, precisam de interfaces com usuário ou designers de UE (User Experience) para garantir aplicações intuitivas e divertidas de usar. A Robert Half afirma que os salários iniciais para os designers de UE vão subir 6,7% em 2012.

4. Profissionais de TI Segurança

Como as ameaças à segurança da informácão e as crescentes violações de dados, as organizações precisam de profissionais de TI que possam afastar ataques de malware e ladrões cibernéticos. A oferta de anúncios de emprego na Dice.com para vários tipos de profissionais de “cibersegurança” aumentaram 141% em 2011 sobre o ano anterior.

Organizações que começam a migrar para o modelo de computação em nuvem também estão estimulando a demanda por profissionais de segurança de infraestrutura, diz Prescient Solutions ‘Irvine. “Ao colocarem aplicativos na nuvem, as empresas têm mais caminhos na Internet”, diz ele. “Eles têm que ter um ambiente mais seguro para controlar entradas e saídas de um ambiente para o outro.”

A Robert Half projeta aumentos de 6% nos salários-base para os analistas de segurança de dados.

5. Arquitetos de Data Warehouse, analistas e desenvolvedores

O desejo das empresas para extrair percepções dos petabytes de dados em seus sistemas de back office impulsionam a demanda por arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores. As empresas farão um grande esforço em 2012 para limpar e organizar seus dados para que possam fazer melhor uso deles.

A Robert Half espera que os salários-base para os analistas de data warehouse subam 6,7%, podendo atingir o patamar de 119 mil dólares por ano em 2012. Já os salários dos desenvolvedores de data warehouse poderão ter contratos com taxas variando de 65 dólares a 85 dólares por hora. Arquitetos de data warehouse podem ganhar 160 mildólares por ano ou 80 dólares (ou mais, dependendo da experiência) por hora em contrato.

6. Profissionais de infraestrutura

Computação em nuvem não vai eliminar empregos em infraestrutura. Agora e em 2012, as migrações para cloud computing e Windows 7 migrações aquecem a demanda por engenheiros de rede e administradores de sistemas.

As empresas estão procurando profissionais de TI que possam configurar e gerenciar servidores virtuais e ambientes virtuais de armazenamento, que possam identificar quais aplicações são as mais utilizadas, e que sabem como realocar armazenamento em disco rígido entre as várias aplicações.

Engenheiros de rede devem ver os seus salários subirem 5,8% devido ao aumento da demanda em 2012, para uma faixa de 75 mil dólarea a 108 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2011/12/09/seis-funcoes-de-ti-serao-muito-bem-remuneradas-em-2012/

Falta de especialização é conflito na área de TI

A falta de pessoal especializado para trabalhar na área de tecnologia da informação (TI) tem criado um cenário complexo para as empresas do ramo no Brasil. Enquanto na construção civil o drama envolve basicamente os funcionários à frente das obras propriamente ditas, na área de pesquisa e tecnologia a dificuldade maior é preencher vagas de primeiro escalão, ou seja, de cargos de chefia e liderança aos especializados em desenvolvimento de soluções de alta performance e inovação. 

Para muitas empresas de TI, a questão é ainda mais latente na decisão sobre o que seria menos complicado: capacitar um funcionário com treinamentos, cursos e afins, ou investir na contratação de estrangeiros de alto gabarito, e já formados na área. Em ambos os casos há complicadores: o primeiro envolve a questão financeira, devido ao aumento da concorrência que canibaliza o segmento. Há perigo de, depois de anos de cursos de aperfeiçoamento oferecidos ao contratado pela empresa, ver a expertise proporcionada ao funcionário dobrar o seu “passe” no mercado de TI. Desta maneira, o risco de a contratante perdê-lo para a concorrência é alto. 

Já na outra ponta, mesmo que a crise econômica internacional coloque à disposição para os países emergentes uma grande quantidade de mão de obra qualificada, já que as empresas fora do País têm enxugado seus quadros e uma série de executivos poderiam vir para o Brasil preencher essas lacunas, a burocracia da contratação pode durar de quatro a até seis meses, e se torna mais um empecilho.�
De acordo com Juliana Zuccarello, especialista que atua na área de TI da Havik, consultoria de recrutamento e desenvolvimento de profissionais, uma solução é começar a haver uma repatriação de brasileiros que estão fora do País, e hoje têm toda condição de voltar já que os salários no setor estão inflacionados, por conta da alta demanda. “Então as empresas já pagam aqui valores similares às empresas no exterior.”

Fora isso, a executiva acredita que o mercado deverá ficar mais atento a questões como a da flexibilização de perfil. “Uma questão importante é como olhar para um candidato quase sem experiência, por outro lado com sólida formação acadêmica. É preciso ver se ele tem número grande de cursos, se é fluente em outros idiomas, se tem perfil autodidata e inovador. Isso deve ser relevante.” 

Juliana lembra também que muitas empresas acabam buscando profissionais ainda na faculdade, e acabam por finalizar a capacitação do profissional. Aí entra a questão da retenção do talento. Segundo Cristian Vidigal, sócio diretor da Vertis, especializada em soluções de negócios baseadas em tecnologia de Web, adotar mimos como games, fones modernos e outros aparelhos de ponta pode ser algo atrativo.

“Diferentemente de áreas como a de publicidade, em que as agências colocam salas com mesas de sinuca e criam espaços lúdicos para o pessoal de criação, na área de TI o pessoal está mais interessado mesmo em experimentar novos produtos, aqueles que acabaram de entrar no mercado. Oferecer o que há de mais high- tech é o que deixa qualquer profissional da área com um sorriso no rosto”, brinca Vidigal.

Centros de pesquisa

A competência da mão de obra local e as particularidades do mercado nacional despontam como diferencial para as demais filiais da Avaya, empresa fornecedora de serviços de telefonia integrada. Para Carlos Bertholdi, diretor de Serviços da Avaya Brasil, isso justificaria a escolha da Avaya em adotar a estratégia de centralizar sua produção na China, porém manter centros de desenvolvimento – chamados lab (laboratório, em inglês) – nos demais países onde atua, como no Brasil. 

Na América do Sul, a empresa tem labs também na Argentina. Por aqui, e no território dos hermanos argentinos, a empresa desenvolve softwares para projetos nos setores financeiro e também na área de contact center. Segundo Bertholdi, o centro de desenvolvimento brasileiro da empresa se destacou em 2011 a ponto de exportar seus serviços para o exterior. 

“Existem necessidades de nossos clientes no campo do software, por exemplo, que a operação global da empresa só consegue achar a solução aqui no laboratório brasileiro. Muitos dos problemas que tivemos que resolver no setor bancário daqui, os quais conseguimos atender na maioria, apareceram tempos depois em países da Europa e nos EUA. Como já tínhamos passado por isso, delegaram que o centro brasileiro os resolvesse”, conta. 

O executivo diz, ainda, que o nível de exigência e complexidade do setor financeiro nacional é muito mais alto do que os de outros países. “Apesar de serem conservadores na adoção de novas tecnologias, os bancos de varejo que atuam no Brasil costumam adquirir soluções avançadas e que demandam de muita segurança e escala. Muitas vezes são sistemas e necessidades que encontramos aqui no País primeiro do que em outros mercados”, diz. Por conta disso, construir estratégias que retenham essa mão de obra especializada é uma das metas da Avaya para 2012. 

Parque Tecnológico

Líder mundial em equipamentos e sistemas para armazenamento de dados, presente em mais de 80 países, a subsidiária brasileira da EMC, fundada nos Estados Unidos, lançou há alguns dias a pedra fundamental do centro de pesquisa e desenvolvimento que irá construir no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, na capital fluminense. O presidente da EMC, Carlos Cunha, em evento em São Paulo, explicou que a principal atividade do centro serão a pesquisa e o desenvolvimento aplicados nas áreas para grandes dados (big data) e óleo e gás, e que a empresa deve investir nos próximos cinco anos algo em torno de R$ 100 milhões, em projetos em todo o Brasil. 

Para o diretor de Vvendas da EMC Brasil, Luis Henrique Pessanha, a dificuldade para o setor de TI justamente da questão de mão de obra é alarmante. Para ele, ao montar um centro de pesquisas big data, principalmente de olho no segmento de off shore no Brasil, demonstra como a EMC dá um salto e quão interessada e envolvida está com sua atuação no mercado brasileiro. “Mas realmente a questão de profissionais para o segmento é um assunto que preocupa”, destaca. Ele ressalta que, no Rio, a ideia é investir em tecnologias para armazenar e processar grandes volumes de informações, logo a procura por desenvolvimento de pesquisa e inovação vai ser mais acirrada.

Fonte: http://www.dci.com.br/Falta-de-especializacao-e-conflito-na-area-de-TI-9-401828.html

17 previsões para 2012 em tecnologia

As mudanças trazidas pelos dispositivos móveis e pela computação em nuvem tendem a se acentuar em 2012

São Paulo — Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.

A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais dinheiro que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.

 2 A China ultrapassa o Japão

 Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.

 3 Tablets conquistam as empresas

 Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.

 4 Os aplicativos saem do PC

 O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.

 5 O Kindle Fire ganha espaço

 Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.

 6 O mundo móvel entra em guerra

 Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.

 7 A Microsoft pode comprar a Netflix

 Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.

8 O dinheiro vai para a nuvem

Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.

 9 Os aplicativos também vão à nuvem

 A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.

10 A segurança preocupa

 Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.

 11 O crime cresce

 Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.

 12 A energia encarece os serviços

 Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.

 13 Carros e televisores entram na internet

 O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.

 14 A montanha de dados cresce

 O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.

 15 Big data é desafio

 A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.

 16 A Amazon chega à maioridade

 A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.

 17 A bolha estoura

 Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

Fonte: info.abril.com.br

Microsoft abre SkyDrive para os desenvolvedores

O SkyDrive, serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft, será aberto aos desenvolvedores.

A decisão da Microsoft foi disponibilizada junto com a atualização do serviço, que aumentou sua capacidade de armazenamento para 25 GB gratuitos por usuário.

A intenção da Microsoft é melhorar a integração do SkyDrive com aplicativos para o acesso e compartilhamento de documentos e fotos. Segundo a empresa, desenvolvedores de apps preferem essa integração com nuvens que têm mais conteúdo e que se conectam na maioria dos dispositivos.

O update no serviço trouxe melhorias como publicação direta de arquivos em redes sociais, permissões para editar documentos, pastas para armazenamento que podem ser arrastadas diretamente do computador para nuvem e suporte a linguagem HTML5.

fonte: INFO Notícias

Microsoft fala sobre como funcionará o sistema de busca no Windows 8

Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/20808/microsoft-fala-sobre-como-funcionara-sistema-busca-windows-8.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+guiadopc+%28Guia+do+PC%29&utm_content=Google+Reader

Por Felipe Alencar

Confesso que usei por pouco tempo o já obsoleto Windows Vista. Logo depois fiz o upgrade para o Windows 7, logo após seu lançamento, com o qual estou até hoje. E nas raras vezes que ponho as mãos no decano Windows XP, mesmo que por um pouco de tempo, uma das coisas que eu mais sinto falta não é a taskbar e suas jumplists, ou mesmo a interface Aero, mas sim da barra de pesquisa no meu Iniciar. É tão prático teclar a Winkey e já digitar as iniciais de algum programa instalado na máquina… No entanto esse ótimo e simples recurso só surgiu em 2007, com o malfadado Vista. Mas agora a Microsoft pretende melhorar.

Tendo em vista que os HDs estão cada vez maiores, e os usuários guardam cada vez mais músicas, filmes, imagens e toda sorte de documentos e programas em seus discos rígidos, um sistema de busca eficiente integrado ao sistema operacional se faz imprescindível. Em seu blog, Building Windows 8, a Microsoft detalhou em um enorme post como funcionará a busca no próximo sistema, que inclusive já podemos testar.

Busca no Windows 8Busca no Windows 8

Baseada em pesquisas feitas com os usuários, a Microsoft descobriu que 67% das buscas feitas no sistema eram para localizar programas. 22% para encontrar arquivos e 9% para chegar até configurações do painel de controle. Com isso, os desenvolvedores do sistema estão trabalhando para que os resultados do Windows 8 sejam bem hierarquizados entre aplicativos, arquivos e configurações.

Além disso, a Microsoft acredita que na nova interface Metro, que possibilitará a instalação de aplicativos escritos especialmente para essa interface facilmente, através de sua lojinha de apps, nos moldes da App Store, os usuários instalarão muitos apps, como nunca antes foi instalado. Baseada nessa previsão, é que ela está focando o resultado das buscas internas no Windows especialmente nos aplicativos. Mas, ainda segundo a empresa, será bem intuitivo navegar por entre os outros tipos de resultados.

Além disso, a Start Screen do Windows 8 trará sugestões de buscas e filtros, o que pode facilitar ainda mais a busca por qualquer coisa que esteja perdida no sistema. Eu acho bem conveniente essas mudanças, ainda mais com a retirada do menu Iniciar, que na minha opinião, serve principalmente para pesquisas. Vamos torcer para que a Microsoft acerte a mão mais uma vez e quebre o incômodo tabu de lançar um SO bom e outro ruim. Abaixo, um vídeo explicando o novo sistema de busca:

Windows 8 virá com Hyper-V

A Microsoft confirmou com um post no blog Building Windows 8 a chegada do Hyper-V a versões “cliente” do Windows. O Microsoft Hyper-V é como o Windows Virtual PC, um programa de virtualização baseada em hipervisor para sistemas de 64 bits com processadores baseados em AMD-V ou Intel Virtualization Technology, tecnologias de virtualização. Só que o Hyper-V é dedicado a usos mais avançados.

Uma das características do Hyper-V é a capacidade de tirar snapshots de uma máquina virtual enquanto ela está em execução. Uma snapshot salva tudo sobre a máquina virtual que lhe permite ir de volta para um ponto anterior no tempo na vida de uma máquina virtual, e é uma ótima ferramenta para auxiliar na resolução de problemas complicados que a máquina venha a enfrentar.

Atualmente o Hyper-V está disponível apenas nas duas últimas versões do Windows voltadas para uso em servidores, o Windows Server 2008 e 2008 R2. A versão que virá no novo sistema operacional é a 3.0 e ela também suportará um novo formato de disco rígido virtual, o VHDX. Este novo formato permite a criação de discos rígidos virtuais com até 16 TB de capacidade, enquanto que o limite do VHD é de 2 TB.

A Microsoft dará mais detalhes dessa feature e de dezenas de outras mais na próxima semana durante a conferência BUILD, onde talvez será apresentada a versão pública de testes do Windows 8.

Para saber mais sobre a DANRESA Consultoria de Informatica acesse o site oficial

Hard Drive Brick, o Disco Rígido LEGO

A Zip Zip, que produz com sucesso desde de 2007 vários modelos de flash drives LEGO, resolveu expandir sua linha com discos rígidos em forma de blocos LEGO.

O disco rígido Hard Drive Brick vai estar disponível em dois tamanhos, 500 GB ou 1 TB, e em quatro cores, azul, verde, vermelho ou amarelo. Os discos são compatíveis com USB 3.0 e funcionam tanto em Mac, quanto em Windows. E o mais legal é que os HDs podem ser empilhados como blocos LEGO de verdade!

Técnica detecta fraude em transação bancária via internet

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fraude-transacao-bancaria-via-internet&id=010150110910

O professor Stephan Kovach, Escola Politécnica (Poli) da USP, desenvolveu um
novo sistema para que as instituições bancárias possam detectar fraudes em
transações financeiras via internet.

Identificação única do computador

O método é baseado na coleta de uma série de dados do computador do usuário
que, juntamente com o IP, compõem uma identificação única da máquina de onde
está sendo feito o acesso.

Nas simulações, o método foi capaz de detectar a fraude com um êxito de 90% a
94%, contra 70% do método tradicional.

“Os sistemas tradicionais usados pelos bancos geralmente consideram apenas
métodos estatísticos, que levam em conta o comportamento do cliente, como datas
de pagamentos de contas, saques, transferências, valores máximos retirados,
etc.”, diz o engenheiro.

A proposta desenvolvida por Kovach alia o método tradicional de análise do
comportamento do cliente à análise da identidade da máquina de onde a conta
bancária está sendo acessada.

O sistema inclui um módulo a ser baixado pelo usuário. Esse pequeno programa
gera a identificação do computador juntando informações como sistema
operacional, número de série do processador, endereço MAC da placa de rede e
“outros detalhes de configuração”.

“Geralmente as pessoas mantêm um número limitado de contas bancárias, e as
acessam de um ou dois computadores diferentes. Então, podemos deduzir que, se
uma mesma máquina tenta acessar diversas contas acima de um número
pré-estabelecido pelo administrador do banco, é porque há algo errado”, explica
o pesquisador.

Prevenção das fraudes

Kovach explica que há duas vertentes nesta área: a prevenção de fraudes e a
detecção de fraudes.

“A prevenção consiste em tomar medidas para evitar que ocorram fraudes antes
do término de uma transação. A prevenção é feita normalmente durante a fase de
autenticação de um usuário tradicionalmente utilizando senhas, frases secretas,
dispositivos de geração de códigos secretos (tokens), etc.”, esclarece.

“Muitas pessoas recebem e-mails fraudulentos dizendo que o nome delas está no
Serasa e que, para limpá-lo, basta acessar um determinado link. Quando a pessoa
acessa o endereço, é instalado um programa no computador que fornecerá ao
golpista informações sigilosas da pessoa, como número da conta corrente e
senha”, explica.

De posse da senha bancária, o fraudador tentará acessar a conta e realizar
alguma transação indevida.

Detecção das fraudes

O próximo estágio é a detecção da fraude. “Ela entra em ação quando a
prevenção não consegue evitar a fraude”, conta o pesquisador.

É quando o banco percebe que uma transação bancária está sendo realizada por
alguém não autorizado, que se faz passar pelo dono da conta bancária a fim de
efetuar pagamento de contas, retiradas e transferência de dinheiro, e outras
transações sem autorização.

“Os fraudadores costumam atacar várias máquinas ao mesmo tempo a fim de
roubar as senhas bancárias. Se ele ataca, por exemplo, 1.000 computadores e
consegue invadir, de fato, 5 deles, já consegue alguma coisa”, destaca
Kovach.

Por isso, se uma mesma máquina e, respectivamente, uma mesma identidade,
acessa diversas contas bancárias ao mesmo tempo, será o indicativo de que há
algo errado. É emitido um alarme e o banco tem a possibilidade de bloquear
aquela transação.

De acordo com o pesquisador, algumas empresas já se interessaram pelo
sistema.