Redes sociais: empresas passam a estimular o acesso de olho nos resultados

O que era “à toa” passou a ser encarado como “estratégico” – podendo impactar positivamente os negócios

Até bem pouco tempo atrás, principalmente em determinados segmentos de mercado, as empresas buscavam soluções para controlar o acesso de seus colaboradores às redes sociais no ambiente de trabalho. Além de pôr a segurança em risco, temia-se que os profissionais desperdiçassem tempo demais à toa. Mas, o que era “à toa” passou a ser encarado como “estratégico” – podendo impactar positivamente os negócios. 

“Está aumentando de forma acelerada o número de empresas que investem em bons projetos de TI para ter mais mobilidade nas mídias sociais. Se, antes, um profissional só se relacionava com seus pares em eventos corporativos ou nas associações de classe, hoje esse contato é diário, dinâmico e tem grande poder de influência. Quem faz parte de Facebook, LinkedIn, Twitter e YouTube, por exemplo, cria um outro tipo de relacionamento, que certamente se estende para muito além dos amigos e parceiros de negócios. Hoje, o que se fala sobre um produto ou serviço numa rede social pode impactar a opinião de um número enorme de pessoas. Daí sua importância crescente”, diz Virgínia Delfino, analista de marketing da UNIONE – empresa de tecnologia e serviços com sede em Alphaville, São Paulo. 

Estudos promovidos pela IDG comprovam que o uso das redes sociais por profissionais de TI também está crescendo. Mais do que atualizar informações no Facebook, eles têm utilizado a rede para compartilhar informações, novidades sobre produtos, divulgar blogs e até mesmo publicar o passo a passo para utilização de determinados aplicativos etc. 

Para Virgínia, tanto os profissionais de TI quanto seus clientes institucionais têm percebido o potencial das redes sociais e tentado acompanhar as evoluções com passos largos. “Com esse grau de proximidade que se cria com um grupo cada vez maior de pessoas, muitos consumidores se transformaram em fãs de determinadas marcas, atuando tanto como agentes de marketing, como controladores de qualidade. E não tem pesquisa de mercado mais eficiente e capaz de dar uma resposta mais rápida do que as redes sociais”. 

Em relação aos profissionais de TI, a analista de marketing da UNIONE é taxativa: “Uma vez que o departamento de TI desenvolve uma infraestrutura eficiente e segura, é o departamento de marketing que explora todas as potencialidades do Facebook, do LinkedIn e do Twitter. Por outro lado, toda essa transformação tem favorecido a essas equipes dedicadas ao desenvolvimento tecnológico ampliar seus horizontes, expandindo também as aplicações existentes de forma a agregar mais valor ao negócio. Há muita informação estratégica que precisa ser canalizada e transformada em dados práticos para as empresas. Trata-se de um novo desafio para as equipes de TI”. 

Em relação à segurança da informação, Virgínia acredita que será um desafio sempre maior e bastante complexo para o pessoal de TI. “Não basta criar sistemas que identificam as informações estratégicas e canalizam para ações concretas. É preciso criar dispositivos de segurança que previnam os ataques e inclusive a perda desses dados fundamentais para o aumento de valor e competitividade das empresas. Além disso, é preciso que o departamento de TI conquiste os usuários finais para que cada um seja responsável na utilização das redes e possa agir como um soldado apto a defender seu território. Só assim os ganhos com as redes sociais representarão um ganho imensurável para o mundo corporativo”. 

Fontes: Virgínia Delfino, analista de marketing da Unione – http://www.unione.com.br/ / http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=7435

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